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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

“OS ANJOS SEGUNDO O ESPIRITISMO. COMO ATRAI-LOS? ”

— Não há dúvida de que existem seres dotados de todas as qualidades atribuídas aos anjos. A revelação espírita confirma, nesse ponto, a crença de todos os povos. Mas ao mesmo tempo nos dá a conhecer a natureza e a origem desses seres. As Almas ou Espíritos são criados simples, ou ignorantes, quer dizer: sem conhecimentos e sem a consciência do bem e do mal, mas aptos a adquirir tudo isso que lhes falta. Eles o adquirem pelo trabalho. O alvo, que ó a perfeição, é o mesmo para todos e eles o atingem com maior ou menor rapidez, de acordo com o uso que fizerem do seu livre-arbítrio e na razão dos seus esforços. Todos têm que percorrer os mesmos graus, com o mesmo trabalho a cumprir.
Deus não dá uma obrigação mais pesada nem mais leve a uns do que a outros, porque todos são seus filhos e sendo Ele justo não tem preferência por nenhum. Deus lhes diz: "Eis a Lei que deve guiar a vossa conduta. Só ela vos pode conduzir ao alvo. Tudo o que estiver de acordo com essa Loi pertence ao bem, tudo o que a contrariar pertence ao mal. Sois livres de a observar ou de a infringir, de maneira que sereis os árbitros da vossa própria sorte."Deus, portanto, não criou o mal. Todas as suas Leis conduzem ao bem. Foi o próprio homem quem criou o mal infringindo as Leis de Deus. Se ele as observasse escrupulosamente jamais se afastaria do bom caminho.
— Mas a alma, nas primeiras fases da sua existência, da mesma maneira que a criança, não tem experiência e por isso é falível. Deus não lhe dá a experiência, mas lhe concede os meios de adquiri-la. Cada passo falso no caminho do mal representa um atraso para a alma. Ela sofre as consequências de erro e aprende à própria custa o que deve evitar. É assim que pouco a pouco ela se desenvolve, se aperfeiçoa e avança na hie­rarquia espiritual até chegar ao estado de Espírito puro ou anjo.
Os anjos são, pois, as almas dos homens que atingiram o grau de perfeição acessível à criatura e gozam da felicidade prometida. Antes de haver atingido o grau supremo, gozam de uma felicidade relativa ao seu adiantamento, mas essa felicidade não é a do prazer ocioso. É, pelo contrário, a das funções que Deus lhes confia, a seu pedido, sentindo-se felizes de desempenhá-las, porque estas ocupações são para elas um meio de progredir. (Ver Cap. Ill, O Céu.)
— A Humanidade não está limitada à Terra. Ocupa inumeráveis mundos que circulam no espaço. Ocupou os mundos que já desapareceram e ocupará os que ainda se formarão. Deus criou desde toda a eternidade e cria sem cessar. Muito tempo antes que a Terra existisse, por maior ancianidade que lhe atribuamos, já havia em outros mundos Espíritos encarnados que percorreram as mesmas etapas que nós, Espíritos de formação mais recente, que estamos percorrendo agora o mesmo caminho que eles percorreram, chegando ao seu destino antes mesmo que nós houvéssemos saído das mãos do Criador. Por toda a eternidade sempre houve anjos ou Espíritos puros, mas como a sua existência humana se perde no infinito do passado, temos a impressão, de que eles sempre foram anjos.
— É assim que se nos revela a grande Lei de unidade da Criação. Deus nunca esteve inativo e sempre teve Espíritos puros, experientes e esclarecidos para transmitirem as suas ordens e para dirigirem todo o mecanismo do Universo, desde o governo dos mundos até os mais ínfimos pormenores. Não houve pois necessidade da criação de seres privilegiados, isentos de encargos. Todos, antigos ou novos, conquistaram a sua elevação através da luta e pelos próprios méritos. Todos, enfim, são filhos de suas próprias obras. Assim se cumpre igualmente a soberana justiça de Deus.
Ana Maria Teodoro Massuci
Fonte: ESPIRIT BOOK


“O QUE ACONTECE COM O ESPIRITO DE UM SUICIDA? ”

Como sabemos no espiritismo cada caso é um caso e existem inúmeros fatores que podem levar à uma conclusão diferente para cada situação específica. Listarei aqui algumas das possibilidades não sendo elas todas as possíveis, mas as mais comumente contadas em literaturas espíritas e em reuniões mediúnicas.
Ao se suicidar um espírito abaixa seu campo vibracional automaticamente devido ao crime cometido contra a própria vida. Isso leva à todo tipo de sensações de níveis mais baixos podendo causar no espírito incríveis sentimento de culpa, já que no mundo espiritual a consciência do ser tem voz muito mais ativa que no mundo corporal o suicida pode sofrer por muitos anos de uma culpa que corrói o seu psiquismo levando à beira da loucura espiritual.
Também existem casos desses espíritos ficarem de tal forma tão fora de si que acabam sendo presas fáceis dos vampiros energéticos. Espíritos sombrios que aproveitam-se de espíritos errantes em sofrimento para sugar-lhe as energias residuais pós-desencarne (vide a obra Nosso Lar de André Luiz).
Há também um lugar chamado vale dos suicidas, onde energeticamente os espíritos que cometessem tal ato se atraíam mutuamente. A médium Yvonne Pereira, em seu livro “Memórias de um Suicida”, fala do Vale dos Suicidas. Existem notícias em reuniões mediúnicas que o grupo de espíritos responsáveis pelo resgate neste campo espiritual chamados de Legião dos Servos de Maria. Atualmente correm notícias confirmadas em algumas reuniões mediúnicas de que o vale fora desfeito devido às reurbanizações espirituais (um tipo de limpeza energética que começa a ser feita lentamente nas regiões espirituais próximas à crosta devido à chegada do momento de elevação do planeta Terra para um mundo de regeneração). Sendo confirmado ou não se sabe que ainda existem várias regiões no umbral onde espíritos em sofrimento, inclusive suicidas se reúnem devido à simpatia de pensamentos.
Ao reencarnar muitos suicidas vem com o órgão que foi atacado pelo suicídio indireto marcado, isso explica muitos defeitos congênitos. Podem ser espíritos que em vidas anteriores cometeram algum tipo de excesso que lhes causou uma marca perispiritual de tanta profundidade que ainda em outra vida os efeitos desta ação são percebidos em forma de distúrbios de saúde apresentados desde a infância.
Como evitar o suicídio ou que um ente amado tenha tais tendências?
Kardec nos responde dizendo que somente o trabalho, ou seja, uma ocupação útil que lhe traga a satisfação de estar sendo útil para o mundo e para si mesmo. Aos que possuem qualquer tipo de desordem mental, seja depressão ou qualquer tipo de problemas psicológicos, deve procurar sempre ajuda profissional, pois que a medicina na terra não deixa de ter efeito de forma alguma. Lembre-se, a vida continua e o suicídio não irá lhe salvar de problemas e sim aumenta-los!
Busque os amigos, a família, que tem importante papel no auxílio para a recuperação do equilíbrio emocional do indivíduo. Ande com fé, tente ser grato às coisas que tem, já parou para pensar que muita pessoa na África por exemplo tem muito menos que você e buscam sempre sobreviver?
É verdade que é uma situação complicada mas Deus está ao seu lado! Aos irmãos que possuem amigos que tentaram suicídio ou tem tendências sérias à isso digo: não os desamparem! Continuem orientando-os e buscando auxiliar lhes a encontrar algo que possa lhes salvar de si mesmo.
Por fim Quero desejar que Deus ampare o coração de todos que se suicidaram e encontram-se em dor devido ao ato impensado contra a própria vida, que a luz se faça na vida de cada um e que possam reparar seu erro. Espero que o artigo tenha sido útil, apesar de um pequeno resumo espero que ajude nas discussões e debates referentes ao assunto!
Muita Paz!

Fonte: Site Espiritismo da Alma (Página de conteúdo Espírita cristão com base na doutrina codificada por Kardec)

Fonte: Espiritbook

“O QUE VOCÊ FEZ EM OUTRAS ENCARNAÇÕES PARA MERECER O QUE ESTÁ PASSANDO AGORA????

Tão logo começamos a estudar a Doutrina Espírita, começamos também a interpretar os acontecimentos de nossas vidas do ponto de vista espiritual, principalmente quando nos encontramos diante de dificuldades. Não tardamos a nos perguntar o que fizemos, numa outra encarnação, para merecer aquilo que vemos como uma punição, um castigo. E, muitas vezes, incapazes de adivinharmos o passado, nós julgamos injustiçados.
Não nos lembramos dos momentos passados na erraticidade, isto é, no plano espiritual, antes de reencarnar. Existem, é claro, muitos casos diferentes, pois cada um de nós é um espírito individual, com uma história e uma evolução próprias — mas muito comum é o espírito que, quando desencarnado, dá-se conta do peso de seus erros, compreendendo ter perdido tempo com propósitos desimportantes, e pede uma nova chance de reencarnar na Terra.
Nesta nova chance, suplica o espírito que quer passar por difíceis provas e expiações – doenças dolorosas, dificuldades financeiras, incompreensões — para mais rapidamente “expurgar” seus erros e assim avançar espiritualmente. Porém, Deus, em sua infinita e incansável misericórdia, não pede sacrifícios, que além de não ajudarem, às vezes mais ainda atrapalham a jornada evolutiva do espírito — e embora muitos de nós ainda devam passar por duras provas, mais numerosos são aqueles que têm seus pesares aliviados, através de uma missão.
Esta missão, que tem por objetivo resgatar as dívidas do espírito através do trabalho, não é necessariamente algo grandioso — muitos de nós, quando ouvem a palavra “missão” pensam automaticamente em espíritos altamente evoluídos como Jesus ou Ghandi. Uma missão pode ser simples como trabalhar em favor das crianças sem lar, dos idosos abandonados, ser médium em um centro espírita, entre outros — em suma, uma missão é um trabalho que nos é atribuído de acordo com nossas capacidades e talentos para que possamos ajudar o outro enquanto nos ajudamos a nós mesmos.
Quando encarnados, não nos lembramos de nada disso, mas recebemos a inspiração de espíritos superiores para que compreendamos a tarefa — seja através de mensagens mediúnicas, de sonhos ou de simples pensamentos que nos aparecem como qualquer outro. Não nos lembramos claramente de nossos compromissos, mas somos sempre intuídos, e por isso é importante prestarmos atenção em nossos pensamentos e intuições. Infelizmente, nem todo espírito que reencarna com uma missão termina por cumpri-la — frequentemente nos deixamos envolver por outras preocupações, adiando sempre aquilo que é espiritual, importante para nosso espírito, até que seja tarde demais.
Quando chega a hora do desencarne, nada pode ser feito pelo tempo perdido, e uma reencarnação passada sem avanços espirituais é uma perda imensa, um desserviço que fazemos a nós mesmos.
Como as dores dos que ficaram afetam os espíritos?
Não deixemos que isso aconteça. Ainda que não nos lembremos dos compromissos assumidos, trabalhemos sempre pela nossa transformação interior, perdoando e ajudando sempre. Seguindo os princípios morais do amor pregados por Jesus, temos a certeza de estar fazendo o melhor para nosso próximo e para nós mesmos.
KARDEC RIO PRETO | Fernando Rossit

Fonte: Chico de Minas Xavier