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domingo, 17 de dezembro de 2017

“QUANTOS ESPÍRITOS ESTÃO AO SEU LADO? ”

Calcula-se que existam por volta de 6, 7 vezes mais espíritos desencarnados do que os 7 bilhões reencarnados na terra. E onde esses quase 50 bilhões de irmãos habitam, o que fazem?
Muitos estão diretamente ligados à terra, à nossa mente, com compromisso com a evolução da humanidade e outros, ainda a caminho do bem, enfrentam os desafios dos seus próprios sentimentos na busca de vingança e alimentam certos vícios que carregam da experiência terrena.
E nenhum deles, por mais que queiram, não possuem acesso a encarnados que não tenham semelhanças energéticas e de pensamento com eles. Portanto, nós que escolhemos nossas companhias.
Ao menos cinco espíritos, em média, nos acompanham pelos mais diferentes motivos. Seja pelo nosso gosto musical, nossa profissão, nosso vício com sexo, álcool, tabaco, e nossas missões pelo bem coletivo ou por aquele ódio que consumimos silenciosamente.
É a mais pura lei da atração energética, por isso a necessidade diária de prece, de conexão com a Espiritualidade Maior, a fim de apenas fortalecer os nossos laços com irmãos comprometidos com nosso progresso.
Uma simples prece diária, a renovação de pensamentos e um passe semanal, acompanhada por uma boa palestra na casa de oração, uma leitura edificante, sem contar com a importância do trabalho voluntário, são ações que equivalem a um profundo banho energético na alma.
Então… que tipo de espírito você escolhe para estar ao seu lado?
Fonte: Chico de Minas Xavier- Por: Daniel Polcaro.

Daniel Polcaro é jornalista e médium espírita.

“A ALMA E OS DIFERENTES ESTADOS DO SONO REVELAM SOBRE A PERSONALIDADE! ”

“O estudo do sono fornece–nos, sobre a natureza da personalidade, indicações de grande importância. Em geral não se aprofunda muito o mistério do sono, o exame atento deste fenômeno, o estado da alma, da sua forma fluídica durante parte da existência que consagramos ao descanso, conduzir–nos–ão a uma compreensão mais alta das condições do ser na vida do além”.
O sono possui não só propriedades restauradoras (...), mas também um poder de coordenação e centralização sobre o organismo material. Pode, além, disso, provocar uma ampliação considerável das percepções psíquicas, maior intensidade do raciocínio e da memória.
Que é o sono?
É simplesmente a alma que se desprende, que sai do corpo. Diz–se: o sono é irmão da morte. Estas palavras exprimem uma verdade profunda. Sequestrada na carne, no estado de vigília, a alma recupera, durante o sono, a sua relativa, temporária liberdade, ao mesmo tempo em que o uso dos seus poderes ocultos. A morte será a sua libertação completa, definitiva.
Durante o sono, a alma pode, segundo as necessidades do momento, aplicar–se a recuperar as perdas vitais causadas pelo trabalho quotidiano e a regenerar o organismo adormecido, infundindo–lhe as forças tiradas do mundo cósmico, ou, quando está acabado esse movimento reparador, continua o curso da sua vida superior, pairar sobre a natureza, exercer suas faculdades de visão a distância e penetração das coisas. Nesse estado de atividade independente vive já antecipadamente a vida livre do espírito: porque essa vida, que é a continuação natural da existência planetária, espera–a depois da morte, devendo a alma prepara–la não somente com as obras terrestres, mas também com suas ocupações quando desprendida durante o sono. É graças ao reflexo da luz do alto, que cintila em nossos sonhos e ilumina completamente o lado oculto do destino, que podemos entrever as condições do ser no além.
Se nos fosse possível abranger com o olhar toda a extensão de nossa existência, reconheceríamos que o estado de vigília está longe de constituir–lhe a fase essencial, o elemento mais importante. Vemos aqui a importância do sono para a evolução, as almas que de nós cuidam do nosso sono para exercitar–nos na vida fluídica e no desenvolvimento dos nossos sentidos da intuição. Efetua–se, então, um trabalho completo de iniciação para os homens ávidos de se elevarem.
Os vestígios desse trabalho encontram–se nos sonhos.
Assim, quando voamos, quando deslizamos com rapidez pela superfície do solo, significa isso a sensação do corpo fluídico, ensaiando–se para a vida superior.
Insistimos também na propriedade misteriosa que tem o sono de fazer-nos senhores, em certos casos, de camadas mais extensas da memória.
A memória normal é precária e restrita, não vai além do círculo estreito da vida presente, do conjunto dos fatos, cujo conhecimento é indispensável por causa do papel que se tem de desempenhar na terra e do fim que se deve alcançar. A memória profunda abrange toda a história do ser desde a sua origem, os seus estágios sucessivos, os seus modos de existência, planetárias ou celestes. Um passado inteiro, feito de recordações e sensações esquecido, ignorado no estado de vigília, está guardado em nós. Esse passado só desperta quando o espírito exterioriza durante o sono natural ou provocado. Uma regra conhecida de todos os experimentadores é que, nos diferentes estados do sono, à medida que se vai ficando à maior distância do estado de vigília e da memória normal, há expansão, dilatação da “memória”.
“O sono de ordinário pode ser considerado como ocupando uma posição que está entre a vida acordada e o sono hipnótico profundo, ” este conceito deve fazer o caro leitor meditar longamente e se possível pesquisar. ” “E parece provável que a memória pertencente ao sono ordinário liga–se por um lado à que pertence à vida de vigília e, pelo outro, à que existe no sono hipnótico. Realmente assim é estando os fragmentos da memória do sono ordinário intercalados nas duas cadeias”.
“À proporção que nos vamos elevando na ordem dos fenômenos psíquicos, vão se apresentando com maior clareza, com maior rigor e trazem–nos prova mais decisivas da independência e da sobrevivência do espírito”.
As percepções da alma no sono são de duas espécies. Verificamos primeiramente a visão à distância a clarividência, a lucidez, vem depois um conjunto de fenômenos designados pelos nomes de telepatia e telestesia (sensações à distância).”Para complementação da compreensão deste parágrafo sugerimos a leitura da obra de Leon Denis, O problema do ser, do destino e da dor”.
SONO E DESPRENDIMENTO
“Releva, contudo, assinalar que, em se iniciando a criatura na produção do pensamento continuo, o sono adquiriu para ela uma importância que a consciência em processo evolutivo, até não conhecera.
Usado instintivamente pelo elemento espiritual, como recurso reparador, no refazimento das células em serviço, semelhante estado fisiológico carreou novas possibilidades de realização para quantos se consagrassem ao trabalho mais amplo de desejar e mentalizar.
Ansiando por livrar–se da fadiga física depois de determinada quota de tempo no esforço da vigília diária e, por isso mesmo, entregue ao relaxamento muscular, o homem operante e indagador adormecia com a idéia fixada a serviço de sua predileção.
Amadurecido para pensar e lançando de si a substância de seus propósitos mais íntimos, ensaiou pouco a pouco, tal como aprendera, vagarosamente, o desprendimento definitivo nas operações da morte, o desprendimento parcial do corpo sutil, durante o sono, desenfaixando–o do veículo de matéria mais densa, embora sustentando, ligado a ele, por laços fluídicos–magnéticos a se dilatarem levemente dos plexos e, com mais segurança, da fossa rombóide.
Encetado o processo de sonolência, com as reações motoras empobrecidas e impondo mecanicamente a si mesma o descanso temporário, no auxílio às células fatigadas de tensão, isto desde as eras remotas em que o pensamento se lhe articulou com fluência e continuidade, permanece a mente, através do corpo espiritual, na maioria das vezes, justaposta ao veículo físico, à guisa de um cavaleiro que repousa ao pé do animal de que necessita para a travessia de grande região, em complicada viagem, dando–lhe ensejo à recuperação e pastagem, enquanto ele se recolhe ao próprio íntimo, ensimesmando–se para refletir ou imaginar, de conformidade com os seus problemas e inquietações, necessidades e desejos.”
ASPECTOS DO DESPRENDIMENTO
“Dessa forma, aliviando o controle sobre as células que a servem no corpo carnal, a mente se volta, no sono, para o refugio de si mesma, plasmando na onda constante de suas próprias idéias as imagens com que se compraz nos sonhos agradáveis em que saca da memória a essência de seus próprios desejos, retemperando–se na antecipada contemplação dos painéis ou situações que almeja concretizar”.
Para isso, mobiliza os recursos do núcleo da visão superior, no diencéfalo, de vez que, ai, as qualidades essencialmente ópticas do centro coronário lhe acalentam no silêncio do desnervamento transitório todos os pensamentos que emergem do seio.
Noutras ocasiões, no mesmo estado de insulamento, recolhe, no curso do sono, os resultados de seus próprios excessos, padecendo a inquietação das vísceras ou dos nervos injuriados pela sua rendição à licenciosidade, quando não seja o asfixiante pesar do remorso por faltas cometidas, cujos reflexos absorvem do arquivo em que se lhe amontoam as próprias lembranças. Numa e noutra condição, todavia é a mente suscetível a influenciação dos desencarnados que, evoluídos ou não, lhe visitam o ser, atraído pelos quadros que se lhe filtram da aura, ofertando–lhe auxílio suficiente quando se mostre inclinada à ascensão de ordem moral, ou sugando–lhe as energias e assoprando–lhe sugestões infelizes quando, pela própria ociosidade ou intenção maligna, adere ao consórcio psíquico de espécie aviltante, que lhe favorece a estagnação na preguiça ou a envolve nas obsessões viciosas pelas quais se entrega a temíveis contratos com as forças sombrias.
Mas dessa função de espectador à função de agente existe apenas um passo.
O pensamento contínuo, em fluxo insopitável, desloca–lhe a organização celular perispiritual, à maneira do córrego que em sua passagem desarticula da gleba em que desliza todo um rosário de seixos. E assim como os seixos soltos seguem a direção da corrente, lapidando–se no curso dos dias, o corpo espiritual acompanha, de início, o impulso da corrente mental que por ele extravasa, conscienciando–se muito vagarosamente no sono, que lhe propicia meia–libertação”.
O estudo do sono relacionado com a mediunidade poderá ser tratado em outros artigos.
VIDE: Evolução em dois mundos, de Francisco Xavier/André Luis, espírito.
Interrompemos nosso modesto estudo sobre o fenômeno do sono; nosso objetivo foi tentar elucidar, de uma forma simples e castiça a questões comumente a nós formuladas por pessoas também simples e interessadas em aprender. Muito teríamos que discorrer a respeito de: sono magnético, sonoterapia, sono e mediunidade, princípio da exteriorização da alma, sonambulismo, dupla–vista , êxtase. Talvez em outra oportunidade. Deixemos agora o espaço a outros cooperadores, sugerindo aos leitores que pesquisem em torno destes assuntos.
Concluímos que tudo está bem organizado pelo Criador, há harmonia e equilíbrio em tudo, a nossa natureza esta muito bem estruturada, obviamente. O descanso é uma recompensa da natureza. O sono é o salário do trabalhador. Vivamos cristãmente e estaremos sempre com a consciência tranquila.
Bons sonhos.

Fonte:-ESPIRIT BOOK- Por- Ana Maria Teodoro Massuci
www.espiritbook.com.br/

“PORQUE A TERRA E CHAMADA DE PLANETA DE PROVAS E EXPIAÇÃO? ”

Porque os moradores desse planeta estão passando por prova ou expiação. O que é prova e o que é expiação? Prova é quando nós, antes de encarnarmos, escolhemos o tipo de resgate queremos passar ou escolhemos o tipo de prova que queremos passar. E na expiação nós ainda não temos condições de escolher o tipo de resgate que precisamos passar. Ele é imposto pela lei divina. Resgatar o que? A maioria dos moradores desse planeta ainda são rebeldes a lei divina, são maldosos e ignorantes. Então, quando transgridem a lei de Deus, ficam em débito com ela, daí terão que colher o que plantaram. Ninguém está morando num corpo, num lugar ou situação errado. A lei divina é justa e perfeita, ela não pune ninguém, apenas nos faz pensar no erro para não errarmos mais e, consequentemente, evoluirmos. Muitos admiram-se por haver sobre a Terra tantas maldades, tantas paixões inferiores, tantas misérias e enfermidades. Mas isso é normal num mundo de provas e expiações. Imaginemos a Terra como um hospital ou uma penitenciária, daí compreenderemos porque há mais aflições que alegrias. Porque não se enviam aos hospitais as pessoas sadias e só recebem alta quem se curou. É o que acontece conosco, fomos enviados para cá porque somos doentes e só sairemos desse hospital quando estivermos curados das chagas morais. E também só é mandado para o presídio quem está devendo para a lei dos homens e só sai dele quem pagou sua pena. É o nosso caso, só estamos nesse planeta “presídio” porque devemos para a lei divina e só sairemos dele quando quitarmos nossas dívidas com ela. Nem os hospitais, nem uma casa de correção são lugares de delícias. Só seremos dignos de morar num mundo melhor quando nossas atitudes forem melhores. Mas há presídios onde o preso sai para trabalhar. E cada dia de trabalho ele diminui um dia na sua pena. Conosco acontece a mesma coisa, Deus nos dá a oportunidade de diminuir nossos débitos através do trabalho “caridade” que estendermos ao próximo. Pois, "o amor cobre multidão de pecados ou débitos." Porque a lei de Deus não é a do olho por olho dente por dente é a lei de Amor. Nós não precisamos pagar nossa dívida pela dor, através das provas e expiações, podemos diminuir através do amor “caridade”. Exemplo: Conta que, antes de encarnar, estava programado para um espírito ficar cego na sua maturidade física. Mas, ele encarnou e adotou, junto com sua esposa, muitas crianças órfãs. Educou, cuidou e orientou todas elas de forma exemplar. Então, quando chegou a época dele cegar, a lei divina deu a ele apenas um óculos. Por que? Porque o amor que ele estendeu ao próximo cobriu, quitou, uma multidão de débitos. Portanto, se não queremos sofrer, comecemos a observar melhor a lei divina e, como não lembramos o que fizemos no passado, o que está programado como resgate, comecemos a praticar a caridade para que tenhamos a chance de quitarmos nosso débito através do amor ao invés da dor. Pensemos nisso!

Fonte: Grupo de Estudo Allan Kardec-Texto de Rudymara
grupoallankardec.blogspot.com/

“COMO DEUS RENOVA OS MUNDOS? ”

Na pergunta 41 de O Livro dos Espíritos Kardec perguntou:
- Pode um mundo completamente formado desaparecer e disseminar-se de novo no Espaço a matéria que o compõe?
Resposta dos espíritos:
- Sim, Deus renova os mundos, como renova os seres vivos.
No livro “A Gênese”, cap. IX item 15 diz que: Os planetas são formados de fluido cósmico universal. Com o tempo, estes planetas se esgotam pelo envelhecimento, por isso, dissolvem-se pouco a pouco devolvendo ao espaço o fluido cósmico que utilizaram para formar-se. Este fluido que é devolvido ao espaço será utilizado na formação de outros mundos.
Como aprendemos nas obras básicas, um planeta novo chama-se mundo primitivo (onde habita seres maldosos e ignorantes ou maldosos por serem ignorantes); quando evolui um pouco mais passa a chamar-se mundo de provas e expiação (onde habita seres que terão de passar por provas e/ou expiar (pagar) pelos seu erros); depois de evoluir um pouco mais passa a ser um mundo de regeneração (onde habita espíritos regenerados, mas que terão que provar se estão realmente regenerados); depois passa a chamar-se ditosos ou felizes (onde o bem predomina, mas ainda não domina, por isso os habitantes são quase perfeitos)e por fim o mundo divino ou celeste (onde habita espíritos puros).
Cada vez que os habitantes evoluem ESPIRITUALMENTE, o planeta sofre um decréscimo junto, ele se modifica, sofre perdas, não só em consequência do atrito, mas também pela desagregação das moléculas, como uma pedra dura que, corroída pelo tempo, acaba reduzida a poeira. Em seu duplo movimento de rotação e translação, ele entrega ao espaço parcelas fluidificadas da sua substância, até ao momento em que se completa a sua dissolução.
E seus habitantes?
Então vejamos, cada vez que evoluímos, nosso perispírito fica mais etéreo, mais sutil, até o dia que não precisaremos mais dele, ou seja, o perispírito modifica-se também, fica mais transparente, sua espessura ficará mais fina até desaparecer. Seremos então, apenas espíritos, uma centelha divina, ou seja, não precisaremos do corpo carnal, nem do perispírito, habitaremos determinados mundos, mas não estaremos presos a eles como acontece aos que estão na Terra; poderemos estar em todos os lugares. E, quando visitarmos mundos inferiores, nos revestiremos com um perispírito cuja matéria será retirada do mundo que visitarmos, com a rapidez de um relâmpago.

Grupo de Estudos Allan Kardec-Texto de Rudymara.

grupoallankardec.blogspot.com/