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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

"CHICO XAVIER FALA SOBRE OS PLANETAS PRISÕES" CASOS UFOLÓGICOS."


“A MAIORIA DOS ESPIRITOS HESITA E SE SENTEM INSEGUROS ANTES DE REENCARNAR”

A reencarnação é uma passagem radical, tal qual a morte. É natural que os espíritos sintam a insegurança e a hesitação tão comuns em momentos como estes.
O processo de encarnação é complexo e exige muito do espírito. As memórias, por exemplo: praticamente todas elas ficam inativas e dissociadas na encarnação. Só uma pequena parcela continua ativa. Ou seja, a encarnação é uma "redução" da vida do espírito.
"Nem todo espírito parte rumo à encarnação satisfeito; aliás, a disposição do espírito frente à encarnação varia muito. A pesquisadora Helen Wambach conduziu a regressão de aproximadamente 1500 pessoas e montou um importante bancos de dados com estas informações. Em dois livros, “Recordando Vidas Passadas” (Editora Pensamento) e Life Before Life (Bantam Books), ela relatou as características das encarnações anteriores e a disposição do espírito para a reencarnação. Existiram aqueles espíritos que se sentiram sugados em direção ao feto, outros relataram temor, receio, angústia de seguirem rumo à nova encarnação. Alguns contaram que foram persuadidos a encarnar. Tiveram aqueles que tomaram as decisões por conta própria, outros relataram grande número diálogos e orientações. A maioria dos espíritos mostrou algum nível de hesitação para a reencarnação. Existem inclusive aqueles que encarnaram indo contra a orientação dos espíritos mais elevados. O que demonstra que mesmo no plano espiritual o livre arbítrio é considerado. Há também aqueles que não puderam escolher o retorno e foram compulsoriamente enviados. As situações são muito diversas".
A passagem de desencarnado para encarnado é um desafio. O primeiro desafio é a mudança de consciência. “Perder” a consciência espiritual, e se vincular a um corpo em formação é um processo que exige disposição e coragem. Este processo de ligação e adaptação do espírito ao novo corpo é iminentemente energético. Assim como na morte, no renascimento o espírito não controla este processo de ligação energética. É como entrar em uma montanha russa, depois que o “carrinho” começa a andar a pessoa/espírito não pode fazer quase nada. O espírito faz parte do processo e não o controla; é um passageiro indo por caminhos que pouco dependem dele.
Neste processo, as memórias possuem uma importância especial. Explicando: após a fecundação do óvulo, o processo de encarnação do espírito dura anos. Uma boa imagem para explicar é esta: a encarnação é a tentativa de fazer com que uma parte significativa de um elefante caiba em uma caixa de fósforo. A caixa de fósforo são o corpo físico e o campo "magnético" que o envolve. Este corpo incorpora partes do “elefante”. A maior parte fica de fora. O elefante é o espírito, com milhões de anos de experiências, vivências e memórias. A encarnação é, portanto, uma restrição da vida do espírito. Esta restrição acontece porque cada espírito encarna com objetivos evolutivos restritos; jamais alguém conseguiria evoluir tudo de uma só vez. Dá-se o nome a estes objetivos de MISSÕES DE VIDA. Estas missões de vida são as prioridades evolutivas da vida que se inicia. Outros objetivos são deixados para serem resolvidos no plano espiritual ou em outras encarnações. 
Reforçando: um espírito com milhares (ou milhões) de anos e uma quantidade enorme de memórias não pode encarnar “trazendo tudo para a vida na Terra”. Existe muita restrição. Esta restrição é, portanto, uma proteção. Resolve-se alguns problemas na vida encarnada e outros são deixados para encarnações futuras ou no plano espiritual. Esta proteção significa que a imensa maioria das memórias ficam dissociadas (inativas) na vida atual. A reencarnação é um novo recomeço; o espírito encarna trazendo alguns conteúdos de sua vida pregressa e deve usar a nova oportunidade para aprender a lidar com eles e superá-los.
Ao reencarnar, a imensa maioria dos conteúdos do espírito ficam dissociados – “inativos”. A pequena parte destes conteúdos que continua ativa é capaz de influenciar decisivamente a vida da pessoa. Todos os seres humanos nascem desprotegidos da ação destes conteúdos que permaneceram ativos. Estes conteúdos estão presentes na reencarnação por um motivo simples: eles são influenciadores e servem como direcionadores da vida da pessoa. Estes conteúdos ativos são a primeira influência sobre o feto, gerando sua personalidade e temperamento.
A hesitação vem do não controle sobre a encarnação (mudança de consciência, memórias que farão parte da nova vida, etc). A nova vida é protegida porque grande parte das memórias (traumas, condicionamentos, imaturidades, etc) ficam inativas; ao mesmo tempo, esta nova vida é totalmente desprotegida das memórias que permanecem ativas e que moldam a personalidade e a mente da pessoa, dirigindo grande parte de sua nova vida.
Concluindo: ao encarnar o espírito sente insegurança porque tem que mudar completamente a sua vida, passar por um processo de perda de controle, diminuição da consciência e enfrentar o desconhecido.
Autor: Regis Mesquita
Fonte: Blog: Nascer Várias Vezes

www.nascervariasvezes.com/

“SERÁ QUE EXISTE MESMO VIDA APÓS A MORTE??”

As pesquisas científicas indicam que sim, e as religiões também afirmam que, de alguma forma, a vida continua depois desta vida, nem que seja em estado latente, aguardando a ressurreição dos mortos.
Só que aí surge uma questão da mais alta importância: se todos havemos de morrer um dia, como estaremos nesse além da vida? Será que vamos ficar armazenados em algum galpão celestial, aguardando o juízo final? Ou quem sabe, prostrados diante do trono divino, em adoração, pela eternidade afora? Ou talvez sentados no beiral de uma nuvem tocando harpa?
Será que uma natureza dinâmica, como a do ser humano, iria suportar um estado de inatividade, inócuo e vazio, por toda a Eternidade?
São os próprios espíritos que têm dado as mais completas explicações sobre esse outro lado da vida. Essas informações têm chegado, principalmente através da psicografia, por intermédio de inúmeros médiuns, nos mais diferentes pontos da Terra e nas mais diversas épocas. Nessas mensagens, dirigidas em sua maioria a parentes e amigos, os espíritos contam como foi a sua passagem para o mundo ou dimensão espiritual, e como é essa nova realidade. Também pela TCI – Transcomunicação Instrumental, os espíritos se comunicam através de aparelhos eletrônicos, passando informações semelhantes.
Um dos portadores das mais amplas e detalhadas notícias sobre o mundo espiritual, a vida e atividades dos seus habitantes - através da mediunidade - é o espírito André Luiz, nos 11 livros psicografados por Francisco Cândido Xavier (Chico Xavier): Nosso Lar, Os Mensageiros, Missionários da Luz, Obreiros da Vida Eterna, No Mundo Maior, Libertação, Entre a Terra e o Céu, Nos Domínios da Mediunidade, Ação e Ração, Sexo e Destino, E a Vida Continua.
André Luiz nos mostra que esse outro lado da vida é muito parecido com o lado de cá. Há muitas semelhanças. Ninguém fica vagando no espaço como alma penada, nem tocando harpa no beiral de uma nuvem. O mundo espiritual, para os espíritos, é tão real e dinâmico quanto o mundo físico é para nós.
É por isso que muitos espíritos não sabem, ou não conseguem acreditar que já morreram. São daqueles que pensam que ao morrer irão para o céu, o purgatório ou mesmo para o inferno, ou então, que a morte irá apagá-los de vez. Mas, ao invés disso, encontram-se quase como antes. Muitos voltam para o lar, para os ambientes do trabalho ou do lazer. Vêem as pessoas, falam com elas, mas as pessoas não lhes dão a menor atenção. Alguns pensam que ficaram loucos, ou que estão vivendo um pesadelo interminável. Muitos assistem ao próprio velório e sepultamento, mas não aceitam a ideia de que aqueles funerais sejam os seus. Espíritos nessa condição são popularmente conhecidos como sofredores.
Uma das atividades dos centros espíritas é o esclarecimento a esses irmãos tão necessitados. Eles se incorporam ao médium e o doutrinador conversa com eles explicando-lhes a realidade. O grupo todo envolve o irmão sofredor em vibrações de paz e de amor. É como ele se alivia e consegue melhorar a própria frequência vibratória.
Essa elevação vibratória é necessária para que ele possa ser socorrido e levado para tratamento em local adequado.
Mas há também aqueles que retornam à dimensão espiritual mais ou menos conscientes do que está ocorrendo, ou seja, sabem, ou mesmo desconfiam que desencarnaram, ou “morreram”.
Quando alguém desencarna é muito importante que receba vibrações de paz, em vez das manifestações de desespero que geralmente acontecem nessas situações.
Muitos espíritos têm relatado através da mediunidade seus dramas, sofrimentos e aflições, por causa do desespero e desequilíbrio dos parentes e amigos, após seus desenlaces. Eles dizem que as lágrimas dos entes queridos que ficaram na Terra, suas vibrações angustiadas, chegam a eles com muita intensidade, provocando-lhes sofrimentos e aflições sem conta.
Por isso, diante da morte, a atitude dos presentes deve ser de respeito, serenidade, equilíbrio e, acima de tudo, prece. O recém-desencarnado necessita de paz e de muita oração.
PERGUNTA OPORTUNA
Que é frequência vibratória?
O pensamento e a emoção produzem o que se conhece como vibração, e o seu teor reflete o que há em nossa alma, definindo a frequência dessa vibração, desde a mais baixa até a mais elevada que a nossa condição possa gerar.
O escritor Francisco Carvalho, no livro Influências Energéticas Humanas, elabora uma escala imaginária que vai de zero a cem graus, com os seguintes valores: no grau zero teríamos o ódio, emoção de mais baixo teor vibratório; nos 10 graus os desejos de vingança; nos 20, a inveja, o ciúme; nos 30, o rancor, o azedume, os ressentimentos e assim por diante, até os neutros, nos 50 graus. Nos 70, já numa faixa positiva, teríamos a esperança; nos 80, a fé; nos 90, a oração e a alegria e, finalmente, nos 100, o amor, a mais forte vibração de teor positivo.
Ainda na escala de vibrações de baixo teor podemos acrescentar as inúmeras “curtições” de natureza inferior, como as mais diversas taras, a crueldade, a perversidade, os muitos tipos de perversão, as conversas voltadas às baixas paixões, os mais diversos vícios, etc.
Já, para elevar o teor vibratório, também podemos acrescentar os sentimentos nobres, as leituras e conversas voltadas para assuntos ligados à religiosidade, à fraternidade, ao amor puro; a alegria sã e a meditação em temas luminosos, enfim, tudo que possa abrir canais entre nós e as forças mais altas da vida.
Quanto a mais informações sobre espíritos e mundo espiritual, há extensa bibliografia a respeito, particularmente pela psicografia de Chico Xavier, inclusive casos em que foram feitas perícias da letra e assinatura do espírito, comparando-se com sua letra e assinatura, quando ainda encarnado, e o diagnóstico dos peritos afirmou tratar-se da mesma pessoa.

mundoespiritual.com.br
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“POR QUE SOU ESPÍRITA??”

Porque sou espírita?  Bem...porque só na Doutrina espírita encontrei respostas para várias perguntas que nunca ninguém me soube responder. Ou talvez as respostas que obtive não me convenceram.
Por exemplo: Porque existem tantas desigualdades entre os seres humanos? Porque existem paralíticos...cegos...porque existem pessoas que vivem 80, 100 anos e outros morrem em plena juventude. Porque uns nascem, vivem e morrem abaixo da linha da pobreza e outros nascem em berços de ouro, desfrutam de sua riqueza até a morte; e muitos destes nem acreditam em DEUS. Não seguem religião alguma???
Também não acredito num Deus criado pelas religiões. Um Deus cruel e vingativo. Ou você me obedece...ou passará toda a eternidade queimando nas profundezas do inferno.
Isso não é Deus. É um carrasco. Nós somos assim. Ou você está do meu lado... ou está contra mim. Se pudéssemos ser Deus pelo menos um dia; mandaríamos para o inferno todos os nossos inimigos.
Deus não e isso. Se assim fosse...o Cristo pregado na cruz teria pedido ao Pai passar a fio de espada todos os seus algozes. Mas ao contrário, pediu ao Pai que os perdoasse.
É neste Deus que eu creio. Um Deus justo, mas infinitamente bom e misericordioso. Um Deus capaz de nos perdoar não sete vezes mas setenta vezes sete como disse Jesus.
Um Deus que não é culpado de sermos pobres...aleijados...cegos. Pois nos deu o livre arbítrio. Temos o privilégio de poder escolher o que queremos ser mesmo antes de nascer para esta vida. Um Deus que não é culpado das calamidades que acontecem todos os dias; fruto da nossa desobediência às leis universais.
Somos responsáveis pelos nossos atos sim. Temos que prestar conta do que fizemos com o que nos foi dado. Mas não existe castigo eterno. O que é a vida diante da eternidade.? Imaginar que fomos criado para vivermos 60...80...100 anos e depois passar toda a eternidade apodrecendo nas profundezas do inferno seria zombar da inteligência de Deus. O bom Pastor conhece às suas ovelhas...e nenhuma das minhas ovelhas se perderão...disse o Mestre.
Quando Deus nos criou ele sabia tudo que aconteceria conosco nas nossas várias encarnações. Sabia quem daria mais ou menos trabalho a ele. Sabia que muitos de nos seriamos repetentes na grande escola da vida. Mas fomos criados a sua imagem e semelhança. Fomos criados para sermos santos e este o nosso destino. Se não melhorarmos por amor...melhoraremos pela Dor. Como o filho pródigo que precisou viver entre porcos para dar valor no conforto que tinha antes; assim somos nós...uns escolhem caminhos mais curtos...os caminhos do amor ao próximo...da bondade...da misericórdia...estes com certeza retornarão mais cedo à casa do Pai. Outros escolhem caminhos mais longos...os caminhos do ódio...do poder...da ganância...do orgulho...repetirão de anos algumas vezes na escola da vida; com certeza demorarão um pouco mais...porém...todos...com certeza, retornaremos como santos na plenitude do PAI.
Sabino Rodrigues