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sábado, 18 de novembro de 2017

“VIGILÂNCIA E FIDELIDADE DA ÚLTIMA HORA” ESTEJAMOS ATENTO, A GRANDE TRANSIÇÃO JÁ COMEÇOU”

Filhos, filhas, todos da alma!
Metamorfoseando-se, o materialismo penetra em todos os ramos do conhecimento humano e as religiões não escapam da sua habilidade camaleônica, permitindo-se os métodos perturbadores das necessidades corporais do ser humano no seu processo de evolução.
Indispensável a vigilância para não nos deixarmos engambelar pelas sereias sedutoras nos seus cânticos que fascinam, entorpecem e aniquilam a esperança.
Jesus, não poucas vezes, teve que enfrentar a argúcia do materialismo disfarçado, das manifestações farisaicas que se apresentavam vestidas de traje impecável quais sepulcros de branco caiados, ocultando cadáveres em decomposição.
Allan Kardec, não poucas vezes, viu-se sitiado pelas manobras maniqueístas do Mundo Espiritual inferior através de companheiros da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, sendo, no entanto, fiéis aos postulados do Espírito de Verdade.
Na atualidade, de sofreguidão e de tormento, o ser humano procura uma forma de escapar das provações necessárias ao seu processo evolutivo, e não raro são atraídas essas almas para as propostas equivocadas do deus Mamon, e Mamon deísta que fascina, embriaga os invigilantes e os precipitados.
Indispensável a nossa fidelidade aos postulados espíritas conforme exarados na Codificação. O mundo estertora, não pela primeira vez. Periodicamente, conjugam-se fatores cósmicos que se tornam sociológicos e ético-morais, sacudindo as civilizações e empurrando-as para o aniquilamento, para logo surgir um período de esperança e de paz.
Às vésperas da grande transição planetária já iniciada desde há muito, atingimos o clímax que nos pede sacrifício e honradez. Quantos desertam na hora do testemunho! Quantas almas fragilizadas pela sua constituição emocional e espiritual, atraídas pela doçura do Homem das Bem-Aventuranças, mas que não suportam o ferrete do padecimento humano e optam pela desistência mais uma vez!
Somos alguns deles que retornamos, ouvindo o convite de Jesus para a mansuetude, para a misericórdia, para a auto iluminação e tendo baqueado ontem, encontramo-nos necessitados da redenção, tropeçando nas próprias mazelas, correndo o risco da desistência perigosa. Tenhamos cuidado para que os encantos rápidos do mundo não nos distraiam tanto.
Algo temos que fazer e o Mestre Incomparável pede-nos fidelidade da última hora. A noite desce e a treva não se faz total porque as estrelas do amor brilham no cosmo das reencarnações.
Este é momento grave, filhas e filhos do coração, e vós tendes a oportunidade de O servir como dantes não lograstes.
Tornai-vos fortes ante a debilidade das forças. Sede fiéis diante das facilidades do comportamento. Por mais longa seja a existência física, ela se interrompe e o ser volta à realidade, à Casa Paterna, com os valores que acumulou durante a trajetória física.
Bendireis amanhã as dificuldades de hoje, as noites, quiçá indormidas, de preocupações e de zelo, porque o pastor se preocupa especialmente com as ovelhas que tresmalham e deveis estar atentos  para essas ou para aquelas que são lobos travestidos de cordeiros em nosso meio, ameaçando a estabilidade do rebanho.
Jesus recomendou-nos a vigilância para, depois, a oração. Sede prudentes como as serpentes, sábios como as pombas, parafraseando o Evangelho, e estai vigilantes, porque amigos vossos de ontem, que se encontram conduzindo as leiras do Espiritismo com Jesus abrem as portas imensas da Imortalidade para que as atravesseis em triunfo e em glória.
Bendizei, portanto, as dificuldades que também experimentamos quando estávamos na indumentária carnal. Ninguém em caráter de exceção. Quantas vezes choramos convosco, abraçando-vos e dizendo-vos: Bom ânimo, crede e perseverai, recordando-nos de Paulo, sob as ruínas da acrópole antiga em Atenas, renovada, ouvindo as vozes espirituais depois do insucesso da sua pregação aos gregos que ele tanto amava. E ele soube esperar, trabalhar, insistir e amar, fazendo que depois Atenas recebesse o divino pábulo do Evangelho e o legado sublime de Jesus.
Estamos em uma nova Atenas, que teima em não nos aceitar, em substituir Jesus pela tradição dos velhos deuses de Dionísio a Momo, de Baco às expressões mais vis do humano comportamento.
O triunfo, sem dúvida, é de Jesus. Ide e pregai com o exemplo, vivendo o Evangelho a qualquer preço, não conforme as teologias, mas de acordo com a ética moral de que se utilizou Allan Kardec para perpetuar esse modelo e guia da Humanidade que nos conduz!
Ide, amados! Antes, servos e, agora, irmãos do Mestre em triunfo, na Era de Luz que se iniciará em madrugada próxima, logo seja terminada a noite de trevas.
Mantende-vos em paz e amai, ajudando-vos uns aos outros nas suas debilidades e fraquezas, pois que são eles que precisam do vosso auxílio para também atingirem a meta.
O Senhor da Vida irá conosco.
Muita Paz, filhos do coração e filhas da ternura!
São os votos dos espíritos-espíritas, por intermédio do servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra de Menezes
Psicofonia de Divaldo Pereira Franco, no encerramento da Reunião Ordinária do Conselho Federativo Nacional, em Brasília, em 12 de novembro de 2017.

www.divaldofranco.com.br/


                                

“SENSAÇÕES DE FRIO RELATADAS POR UM MÉDIUM DURANTE COMUNICAÇÃO COM UM ESPIRITO.”

Em nossa reunião mediúnica, há um mês ou dois, estávamos em uma sala muito quente e abafada. O ventilador não conseguia, senão circular ar quente entre os membros, quando terminamos a parte de estudos e iniciamos as comunicações com os espíritos. Em pouco tempo, três comunicações simultâneas deram início.
Uma das comunicações despertou o tema deste texto. A médium começou a sentir frio, e o espírito relatou um acidente em um local muito frio, que provocou sua desencarnação. Como a médium pode sentir frio em um local tão quente? Se o espírito comunicante não está mais encarnado e também não se encontra no local em que desencarnou, por que relata sentir frio?
Nas pessoas encarnadas as sensações são frutos dos órgãos dos sentidos. Os olhos são uma espécie de transdutores de luz, que transformam as ondas luminosas de certa faixa de frequências em impulsos nervosos. Os ouvidos fazem o mesmo com ondas sonoras. Paladar e olfato transformam os sabores e odores; o tato transforma sensações de frio/calor, pressões sobre o corpo e movimentos. O sistema nervoso leva os impulsos ao cérebro. A teoria espírita entende que, no caso dos encarnados, estes impulsos são processados pelo Espírito, através do perispírito.
Os espíritos desencarnados não têm tato, porque se encontram desligados do seu organismo. Como podem sentir frio? Após conversar com diversos espíritos, Kardec concluiu que os relatos de sensações por espíritos são recordações, memórias (questões 256 e 257 de O Livro dos Espíritos), empregadas para descrever o estado em que se encontra. O fundador do espiritismo usa a expressão latina sensorium commune para deixar claro que não há no perispírito o equivalente aos sensores da derme ou da audição e que o Espírito sente como um todo. Em outras palavras, a consciência é uma faculdade espiritual, e não perispiritual. O Espírito desencarnado, contudo, ainda tem o registro das sensações que anteriormente eram recebidas do organismo, podendo trazê-las à consciência como evocamos uma recordação de infância.
Por que então, Espírito comunicante, e, por consequência, a médium, relatavam sentir frio? Por que o Espírito acreditava estar ainda em meio à neve. Ele não era capaz de perceber que se comunicava através de uma médium que estava em uma sala quente, porque se sentia ainda confuso após a desencarnação. O frio que a médium sentia é, portanto, uma percepção profunda da consciência um pouco perturbada do espírito comunicante.
Em situações como esta, dar a notícia da desencarnação é menos importante que dialogar com o comunicante. Ao nos relatar suas vivências, sentimentos e sensações, ele vai aos poucos organizando sua experiência e assenhorando-se dela. Ele pode passar de um estado de confusão, a um estado em que é capaz de se comunicar com outros espíritos em melhor estado, capazes de auxiliá-lo.
Autor: Jáder Sampaio
Fonte: Mensagem Espiritas

www.mensagemespirita.com.br/

“OS ESPÍRITOS PODEM FICAR VISÍVEIS SEMPRE QUE QUISEREM? ”

Será que os espíritos podem aparecer visualmente para quem quiser, a hora que quiserem? Será que existe algum mecanismo de controle das aparições? A Codificação Espírita nos ensina, respondendo estas perguntas:
Quando analisamos o O Livro dos Médiuns, do codificador Allan Kardec, mais precisamente no capítulo VI, no que se refere às manifestações visuais, de cara, respondemos:
– Não! Eles não podem sempre que querem.
– Não! Mesmo se nós quiséssemos, eles não poderiam.
 Além disso podemos ir bem mais a fundo, onde o codificador nos mostra explicações sobre a negativa:
– Mas por que não?
Para um espírito se tornar visível ele precisa manipular e combinar diferentes fluidos quem contém no meio;
Nem sempre os fluidos que o médium exala são compatíveis com os de um determinado espírito, por isso pode ser que não consiga se tornar visível;
Pode ser que o espírito comunicante não tenha a permissão divina para se tornar visível;
As vezes a pessoa encarnada não tem capacidades (mediunidade forte/ostensiva) o suficiente para receber uma comunicação visual dos espíritos;
Quem não possui esta “mediunidade ostensiva”, aquela que é feita para o trabalho mediúnico, também tem a capacidade de vê-los, mas não no estado de vigília (acordado, alerta), mas sim durante o sono, pois o espírito do encarnado está mais desprendido do corpo, tornando-o mais sensível, onde tal fenomenologia acontece através dos sonhos.
Enfim, muitos são os fatores que podem determinar se o espírito pode ou não se tornar visível.
O Livro dos Médiuns, cap 6, itens 104-106.

Fonte: O estudante Espirita 
https://estudantespirita.com.br/

“QUANDO É QUE UM ESPÍRITO PRIMITIVO EVOLUI PARA A FASE HUMANA? ”

No livro intitulado Aruanda, psicografado pelo médium Robson Pinheiro, o espírito de Ângelo Inácio havia recebido instruções valiosas sobre a vida dos espíritos elementais e suas diversas funções, mas algo ainda parecia-lhe deixar com uma pulga atrás da orelha.
A dúvida se refletia ao devido momento em que o espírito de uma espécie mais primitiva evoluiria para a fase humana e onde estaria a espécie em comum, que daria a forma humana. Estamos falando do Elo Perdido.
Para resolver esta dúvida, o espírito de Wallace respondia prontamente à Ângelo, no seguinte trecho da obra.
Fiquei muito comovido e impressionado com os ensinamentos de Pai João de a respeito dos seres da natureza. Confesso que, a partir de então, passei a enxergar o mundo, a natureza e a vida com mais profundidade. Envolto no manto de carne, quando na Terra, costumamos achar que tudo aquilo que desafia nossos conhecimentos é lenda.
E mais ou menos como se nos pautássemos pela seguinte lógica: “Se não conheço ou não me é acessível neste instante, é porque não existe”. E isso ocorre inclusive com aqueles que já despertaram para as realidades do espírito. Não desconfiamos que as chamadas lendas encobrem verdades muitas vezes desconcertantes.
Em meio à vida física, às experiências cotidianas do ser humano, enxameiam seres vivos, atuantes e conscientes. O universo todo está repleto de vida, e todos os seres colaboram para o equilíbrio do mundo. A surpresa com a revelação dessa realidade apenas exprime nossa profunda ignorância quanto aos “mistérios” da criação.
As questões relativas aos seres elementais levantam, ainda, novo questionamento. Os elementais — sejam gnomos, duendes, salamandras ou quaisquer outros — são seres que advêm de um longo processo evolutivo e que, segundo afirmara Pai João, estagiaram no reino animal em sua fase imediatamente anterior de desenvolvimento.
Portanto, devem ter uma espécie de consciência fragmentária. Onde e em que momento está o elo de ligação desses seres com a humanidade? Quer dizer, em que etapa da cadeia cósmica de evolução esses seres se humanizarão e passarão a ser espíritos, dotados de razão?
Meus pensamentos vagavam por esses intricados caminhos do raciocínio, quando Wallace, aproximando-se de mim, interferiu:
— Como você sabe, Ângelo, até hoje os cientistas da Terra procuram o chamado “elo perdido”. Estão atrás de provas concretas, materiais da união entre o animal e o ser humano e buscam localizar o exato momento em que isso teria ocorrido. Em vão. Os espíritos da natureza, seres que concluíram seu processo evolutivo nos reinos interiores à espécie humana, vivem na fase de transição que denominamos elemental.  Entretanto, o processo de humanização, ou, mais precisamente, o instante sideral em que adquirem a luz da razão e passam a ser espíritos humanos, apenas o Cristo conhece. Jesus, como representante máximo do Pai no âmbito do planeta Terra, é o único que possui a ciência e o poder de conceder a esses seres a luz da razão.  E isso não se passa na Terra, mas em mundos especiais, preparados para esse tipo de transição. O próprio Kardec, que pude estudar ainda quando encarnado, aborda a existência desses mundos nos ditados de O LIVRO DOS ESPÍRITOS.
— É verdade! — observei com admiração. — Recordo-me desse trecho, porém não havia feito a conexão daquele ponto com os elementais.
— Quando soar a hora certa no calendário da eternidade, esses seres serão conduzidos aos mundos de transição, adormecidos e, sob a interferência direta do Cristo, acordarão em sua presença, possuidores da chama eterna da razão. A partir de então, encaminhados aos mundos primitivos, vivenciarão suas primeiras encarnações junto às humanidades desses orbes. Esse é o motivo que ocasiona o fracasso da busca dos cientistas: procuram, na Terra, o elo de ligação, o elo perdido entre o mundo animal e o humano. Não o encontrarão jamais. As evidências não estão no planeta Terra, mas pertencem exclusivamente ao plano cósmico, administrado pelo Cristo.
Consegui esboçar apenas um sorriso desconcertado enquanto Wallace deu a explicação. Não poderia falar nada. O plano da criação é verdadeiramente grandioso, e a compreensão desses aspectos desperta em nós uma reverência profunda ao autor da vida.
Aruanda. Robson Pinheiro, ditado pelo espírito Ângelo Inácio. Casa dos Espíritos Editora, 1ª ed. 2004.
Fonte: O Estudante Espirita

 https://estudantespirita.com.br/