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terça-feira, 14 de novembro de 2017

“APARIÇÕES DE PESSOAS VIVAS DISTANTES”

Em julho de 1856, uma senhora da cidade francesa de Boulogne-sur-Mer escreve uma carta, no mínimo curiosa, à Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
Ela estava na sala de jantar com o seu filho, um notável médium capaz de manter comunicações com os Espíritos, lendo um livro sobre magnetismo. Em certo momento, ele pega o livro da mãe e começa a folhear algumas páginas. Sob a orientação de seu mentor espiritual, o rapaz volta a sua atenção para história de um médico que houvera visitado, em Espírito, um amigo distante enquanto dormia o seu corpo físico.
Aquela aventura lhe faz lembrar seus amigos em Londres e o jovem comenta o quanto gostaria de passar por experiência semelhante. Na carta, sua mãe conta que, ouvindo aquele pedido, o seu guia espiritual lhe informa que no dia seguinte seria domingo e ele poderia levantar mais tarde. E complementa com a informação de que na sexta-feira seguinte receberia uma carta de seus amigos.
No dia seguinte, às oito da manhã, o jovem entra em sono profundo. Meia hora depois se levanta sem lembrar-se de nada do que ocorrera.
Passa-se então uma semana e exatamente na sexta-feira seguinte, conforme descrito pelo seu guia espiritual, chega uma carta de seus amigos da Inglaterra. Com uma perfeição de detalhes, não explorados pela narradora para não alongar a transcrição, os amigos censuram o jovem por ter ficado tão pouco tempo com eles.
Segundo os relatos da mãe, não havia dúvidas de que o filho fora até a cidade britânica e lá tenha ficado trinta minutos com os amigos. A carta deles era a prova dos fatos ocorridos.
Este caso foi publicado por Allan Kardec na Revista Espírita de dezembro de 1858, sob o título “Aparições” (1). Nesta publicação citam-se ainda outros eventos de possíveis aparições dos Espíritos dos vivos em locais distantes de onde se encontravam os seus corpos físicos.
Um deles era o de uma senhora que constantemente via a circulação de pessoas entrando e saindo de sua casa à noite. Independente da iluminação e mesmo com todas as portas fechadas, a movimentação ocorria e a deixava espantada. Certa feita percebeu nitidamente que se tratava do seu irmão que morava na Califórnia e que não havia morrido.
Estes fatos são possíveis e conhecidos pelo nome bicorporeidade (2).
Enquanto estamos em vida, nosso Espírito liga-se ao corpo por meio de uma substância semimaterial que o envolve e que a Doutrina Espírita o designa como sendo o períspirito. Quando dormirmos, afrouxam-se os laços que nos ligam ao corpo físico (3). Conforme as nossas intenções e possibilidades, podemos ficar, em Espírito, próximos ao corpo físico que repousa ou irmos ao longe, mantendo-se conectados àquele.
Em estado normal, o períspirito mantem-se invisível para nós. Contudo, pode sofrer modificações que o tornam perceptíveis e até tangíveis. Logo, não é impossível ocorrer de estarmos com alguém à nossa vista que, em verdade, esteja fisicamente bem distante. Tudo dependerá da disposição molecular do períspirito que atenderá a vontade do Espírito de se tornar visível ou não, seguindo-se leis naturais que ainda desconhecemos.
Márcio Martins da Silva Costa.

Fonte: Agenda Espírita- Por:  Márcio Martins da Silva Costa.
www.agendaespiritabrasil.com.br/

“COMO RECONHECER QUANDO ALGUÉM ESTÁ OBSEDIADO? COMO SE CURAR DA OBSESSÃO?

DEFINIÇÃO: é a ação prejudicial, insistente, dominadora, de um Espírito sobre outro. Em alguns casos, quando a ação é intensa e continuada, pode vir a causar reflexos prejudiciais no organismo do obsidiado.
Por que acontece?
Por débito de um Espírito para com outro, originado nesta ou em outra vida;
Pela afinidade que atrai um Espírito para outro. Nossas imperfeições atraem para junto de nós Espíritos com idênticas imperfeições, vícios e falhas morais, tais como: alcoolismo, maledicência, ambição etc.
Pela falta de ação no Bem, pois devemos fazer o Bem no limite de nossas forças, e que respondemos por todo o mal que resultar de não termos praticado o Bem. Incluímos aqui o não exercício da faculdade mediúnica, quando a possuímos.
Tipos de Obsessão
1-De desencarnado sobre encarnado: é a que mais costumamos notar.
2-De encarnado obsidiando desencarnado;
3-De desencarnado sobre desencarnado
Como reconhecer quando alguém está obsediado:
A pessoa demonstra alterações no campo das ideias e no comportamento, tanto físico como emocional.
Quem tem conhecimento doutrinário espírita e um pouco de experiência no atendimento a obsidiados, reconhece os sinais dessa alteração.
Quando a obsessão se acentua, os sinais de alteração começam a ficar evidentes, tais como:
(Excetuando-se causas orgânicas, psicológicas, neurológicas)
-olhar fixo ou fugidio, sem encarar a ninguém;
-tiques e cacoetes nervosos;
-desalinho, desleixo ou excentricidade na aparência pessoal;
-agitação, inquietude, intranquilidade;
-medo e desconfiança injustificados;
-apatia, sonolência, mente dispersiva;
-ideias fixas;
-excessos no falar, no rir; mutismo ou tristeza;
-agressividade gratuita, difícil de conter;
-ataques que levam ao desmaio, rigidez, inconsciência, contorções etc;
-pranto incontrolável e sem motivo;
-orgulho, vaidade, ambição ou sexualidade exacerbados.
A CURA:
A cura da obsessão se dá pela ação:
Do encarnado: que, sem se abater, suporta com paciência o assédio espiritual e, enquanto isso, toma atitudes salutares para ir se renovando moralmente e se exercitando na prática do Bem;
Do desencarnado: que desanima por não obter os efeitos desejados ou se sente motivado a se modificar para melhor.
De terceiros: que ofereçam ajuda competente, tanto ao obsessor quanto ao obsidiado com esclarecimentos sobre o porquê de seus sofrimentos e como se conduzir para se libertar e continuar a progredir.
Autor: Fernando Rossit
Bibliografia de Apoio:
1-O Livro dos Médiuns, Allan Kardec

2-Estudo sobre Mediunidade, Therezinha de Oliveira
Fonte: www.mensagemespirita.com.br/

"DIVALDO FRANCO FALA SOBRE AS REENCARNAÇÕES E A PRÓXIMA REENCARNAÇÃO DE JOANNA DE ÂNGELIS"

Joanna de Ângelis é a mentora espiritual de Divaldo Franco, e já teve várias reencarnações entre elas:
Joanna de Cusa que conheceu Jesus e morreu na fogueira com seu filho e não negou ao seu Mestre.
Viveu no século XIII como Clara de Assis e conviveu com Francisco de Assis. 
Joanna Inês de La Cruz, morreu no México em 1651 e escrevia poemas e canções, cuidava de enfermos e morreu contagiada pela doença e reencarnou em Salvador - Bahia em 1761, no convento da Lapa, como Joana Angélica de Jesus e morreu defendendo as freiras do convento de serem violentadas na revolução.

JOANNA DE ÂNGELIS VAI REENCARNAR?

Divaldo Franco: – Normalmente, quando um Espírito desse quilate acompanha um médium durante uma longa tragetória, inverte-se os papéis. Ele volta a Terra e o médium passa agora a ser um dos seus colaboradores. Como aconteceu com Chico Xavier. Emmanuel reencarnou-se no ano 2000, e posteriormente Chico veio a desencarnar em 2002, o que naturalmente vai agora se inverter os papéis.

ENTÃO VAI ACONTECER O MESMO COM O SENHOR E ELA? 

Divaldo Franco: - Vai acontecer o mesmo.

E O SENHOR TEM UMA PREVISÃO DE DATA? 

Divaldo Franco: - Não. Eu penso que por volta de 2015 ela estará reencarnando. Neste meio tempo eu espero estar encarnado. (risos)

ENTÃO O SENHOR VAI DESENCARNAR NESTE PERÍODO? 

Divaldo Franco: - Não necessariamente. Pode o médium ficar encaminhado por um grupo de espíritos amigos e chegando o momento da maturidade mediúnica, é que aqueles papéis se invertem.

ESTE MOMENTO É TRANQUILO PARA O SENHOR? 

Divaldo Franco: - Muito. A convicção da imortalidade é tão grande que é como pegar um avião e transferir-se para outro país.

EMMANUEL JÁ ESTÁ ENCARNADO E JOANNA REENCARNARÁ. ELES TERIAM UMA MISSÃO JUNTOS? 

Divaldo Franco: - Não. Emmanuel tem a missão da Evangelização cristã do Brasil e Joanna tem a missão da evangelização psicológica.

Saiba mais sobre as vidas de Joanna de Ângelis- Assista o vídeo

Fonte: Mensagem Espirita:  
www.mensagemespirita.com.br/

“JUSTIÇA NA ESPIRITUALIDADE. COMO ATUA A JUSTIÇA NO PLANO ESPIRITUAL. ”

Em tempo de noticiários recheados de informações sobre o andamento dos processos judiciais envolvendo altas autoridades, e da divulgação em massa dos crimes perpetrados pelo homem comum, permitimo-nos transcrever o capítulo vinte e seis do livro Evolução em Dois Mundos, ditado pelo Espírito André Luiz aos médiuns Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, no ano de mil novecentos e cinquenta e oito.
Lembremo-nos que a matéria se refere a todos os filhos de Deus.
O nome do capítulo é o mesmo deste ensaio e tem o seguinte texto:
“- Como atua o mecanismo da Justiça no Plano Espiritual?
– No mundo espiritual, decerto, a autoridade da Justiça funciona com maior segurança, embora saibamos que o mecanismo da regeneração vige, antes de tudo, na consciência do próprio indivíduo.
Ainda assim, existem aqui, como é natural, santuários e tribunais, em que magistrados dignos e imparciais examinam as responsabilidades humanas, sopesando-lhes os méritos e deméritos. A organização do júri, em numerosos casos, é aqui observada, necessariamente, porém, constituída de Espíritos integrados no conhecimento do Direito, com dilatadas noções de culpa e resgate, erro e corrigenda, psicologia humana e ciências sociais, a fim de que as sentenças ou informações proferidas se atenham à precisa harmonia, perante a Divina Providência, consubstanciada no amor que ilumina e na sabedoria que sustenta.
Há delinquentes tanto no plano terrestre quanto no plano espiritual e, em razão disso, não apenas os homens recentemente desencarnados são entregues a julgamento específico, sempre que necessário, mas também as entidades desencarnadas que, no cumprimento de determinadas tarefas, se deixam, muitas vezes, arrastar a paixões e caprichos inconfessáveis.
É importante anotar, contudo, que quanto mais baixo é o grau evolutivo dos culpados, mais sumário é o julgamento pelas autoridades cabíveis, e, quanto mais avançados os valores culturais e morais do indivíduo, mais complexo é o exame dos processos de criminalidade em que se emaranham, não só pela influência com que atuam nos destinos alheios, como também porque o Espírito, quando ajustado à consciência dos próprios erros, ansioso de reabilitar-se perante a vida e diante daqueles que mais ama, suplica por si mesmo a sentença punitiva que reconhece indispensável à própria restauração”.
Pensemos nisso.

Fonte: Agenda Espírita- Por: Antônio Carlos Navarro

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“NÃO VÁ AO MEU VELÓRIO”

Quando for a minha vez de partir, não vá ao meu velório…
“O velório é um sagrado dever de solidariedade, em que os amigos ofertam conforto à família.” – Só apareça se puder dar o carinho que os que deixei na Terra merecem… mais que isso, que precisam…
Quando for a minha vez de partir, não vá ao meu velório…
“É também o período em que, a pouco e pouco, os Espíritos do bem irão desatando os laços que unem o Espírito ao corpo agora morto, para sua total libertação. ” – Se não puder me respeitar nessa grande transição, não apareça só para mostrar ao mundo que se importava comigo…
Quando for a minha vez de partir, não vá ao meu velório…
“É um momento solene importante”. – Será o tempo do meu corpo ser devolvido ao pó de que veio, tempo do eu-espírito voltar para casa, talvez confusa pela perturbação que naturalmente ocorre nessa oportunidade… Estarei triste por deixar amores, feliz por ter concluído a obrigação a que me dispus, e de alma dividida precisarei de silêncio, amor, prece e paz.
Quando for a minha vez de partir, não vá ao meu velório…
“É dolorosa a hora da separação pela morte. Possivelmente, um dos transes mais dolorosos na face da Terra. Por isso mesmo, o apoio dos verdadeiros afetos e a solidariedade se fazem tão importantes.” – Se não tiver afeto suficiente para respeitar-me na cena final de minha vida carnal, mostrará mais solidariedade se não for ao meu velório ou se sua passagem por lá for breve, pois a conversa em voz alta, a recordação dos meus erros, a atualização das notícias cotidianas me fará muito mal, especialmente se ocorrerem nas proximidades do caixão que transladará o que restou do que fui materialmente.
Quando for a minha vez de partir, não vá ao meu velório…
Certamente que desejarei te ver no momento de minha despedida. Mas, mais ainda, precisarei focar na minha própria transformação – deixarei de ser larva para virar borboleta! Minha consciência, nesse momento, apontará o destino que merecerei seguir e tudo que você pode fazer para ajudar é doar-me o carinho mais sincero e votos de “boa viagem”.
Não se preocupe se decidir não ir ao meu velório, entenderei como um ato de amor. Mas se tiver amor ainda maior, vá ao meu velório e em silêncio, com carinho, ore por mim.

Fonte: Agenda Espírita- Por: Vania Mugnato de Vasconcelos
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