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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

“PSICOGRAFIA DE UM DESENCARNADO QUE VAGAVA PERTO DO CEMITÉRIO, EM JAÚ/SP”

A psicografia a seguir foi obtida através dos trabalhos de socorro espiritual, que ocorrem no Grupo Socorrista Obreiros do Senhor Jerônimo Mendonça Ribeiro. Sempre que podem, a equipe posta algumas destas psicografias na sua página do Facebook.
PSICOGRAFIA DO IRMÃO “ADRIANO”, DE JAÚ-SP., DESENCARNADO HÁ 13 ANOS, VAGANDO PELA AVENIDA, NAS PROXIMIDADES DO CEMITÉRIO, PEDINDO AJUDA A UMA DAS MÉDIUNS, QUE AINDA ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO, SOCORRIDO NOS TRABALHOS DA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA 13/10/2017.
– Eu vou bater nela, viu, ela vai apanhar de mim, eu fico perto dela, falo no ouvido dela, grito, peço ajuda e ela finge que não me ouve. Me ignora completamente. Aí, depois, se sente mal, chora, fica ruim, mas porque ela não atende o que eu peço? Não é ela que tem luz? Sempre eu escutava: “vai pra perto da luz”. Eu vou, chego lá e aí ela me ignora? Não pode ser isso, tem que fazer alguma coisa. (1)
Sabe, eu tenho certeza que ela escuta, porque eu falo muito alto, fico o tempo todo falando. Se fico triste, ela fica triste, se choro, ela chora, então eu não entendo porque ela não me ajuda. (2)
– Eles disseram que a paciência é uma virtude, que ela está se preparando para ajudar a mim e ajudar a muitos outros que necessitam. É pra agradecer a essa irmãzinha, que apesar de eu não perceber, já me ajudou sim, porque foi ela quem me trouxe. (3)
– De lá da avenida? Não, eu não estava no cemitério, não estou morto, eu estava só de passagem por lá. (4)
– Eles disseram que eu não estou morto mesmo, que a morte não existe, que agora vou seguir para melhorar e que para onde vou, todos vão poder me ouvir e me ajudar.
– Muito bom isso, não? Eles trabalham com isso? São psicólogos, porque eu tenho tantas coisas pra contar, tantas coisas pra perguntar, que bom.
– Eles disseram que trabalham sim com isso, ouvindo os irmãos, que tudo ficará bem, que pra seguir, é só agradecer a Deus.
– Graças a Deus, obrigado pra moça, eu já vou.
Adriano.
Explicação dos médiuns responsáveis:
“De Jaú, desencarnado há 13 anos. Vagando pela avenida, nas proximidades do cemitério, pedindo ajuda a uma das médiuns, que ainda está em desenvolvimento. Foi socorrido, Graças a Deus”.
(1) Explicação nossa: “Essa querida Irmã Médium, ainda em Desenvolvimento, com sua imensa Luz, ajuda Socorrer milhares de Irmãos Desencarnados. Pela sua atividade material, visita muito o cemitério, velórios, famílias que perderam seus Entes Queridos. Pela sua Mediunidade de Efeitos Físicos, acaba trazendo-os aos Trabalhos Mediúnicos da Mesa da Caridade, especialmente os que tem “Merecimento”, onde são Socorridos”.
(2) “Sintonia Espiritual, por isso os Médiuns devem diariamente ficar no Programa de Vigiar e Orar, além de Evangelho no Lar e Trabalho na Mesa da Caridade”.
(3) “Mesmo Ela não conseguindo dar “Passagem”, por estar em “Desenvolvimento” ainda, acaba prestando enormes serviços de Socorro, pela quantidade de Irmãos Desencarnados que traz aos Trabalhos”.
(4) “Infelizmente, a maioria de Irmãos Desencarnados, não tem noção que já deixaram o Corpo Físico, ficam vagando em busca de Socorro, ou realizando tudo que faziam quando Encarnados”.


Fonte: Equipe da página Grupo Socorrista Obreiros do Senhor Jerônimo Mendonça Ribeiro.

“COMO SE COMPORTAM OS ESPÍRITOS NOS BORDÉIS? ”

Várias são as palavras que designam o mesmo lugar: lupanar, prostíbulo, alcoice, alcouce, conventilho, cabaré. São todos sinônimos para o bordel. Tal lugar é muito cobiçado por homens de todas as idades e por mulheres que precisam de dinheiro fácil e rápido, mas também por mulheres que não enxergam outra saída para o abismo financeiro e chegam até os bordéis para sair de um sufoco iminente, mas acabam ficando por um longo prazo, quando se dão conta, estão dependentes daquele serviço.
Umas imensidões de motivos podem ser listados para explicar o fato de mulheres procurarem este local para suprirem suas necessidades financeiras. Não podemos apontar o dedo nem julgar, não temos méritos para isso. Muitos citam a célebre frase:
“Muitas pessoas passam por dificuldades, mas não precisam apelar para a prostituição.”
Mas quem pensa em citar a frase acima, tem que pensar a universalidade dos fatos, que é impossível, pois não vive a intimidade social daquela pessoa. Não sabe os reais motivos, não sabe todas as variáveis.
A prostituição nos parece uma coisa sem garantias, pois quando o corpo perece, perde-se a fonte de renda. Fora dos bordéis, a prostituição pode resguardar, até certo tempo e dependendo da discrição de quem a faz, a confidencialidade íntima, não indo ao público sua identidade laboral, podendo iniciar e encerrar sua vida laboral sem sofrer grandes impactos sociais. Mas a mulher no bordel é como um manequim de vitrines. Está exposta ao público e tem que arcar com o peso da discriminação até mesmo se decide parar com a prática.
Um exemplo do impacto espiritual da vida nos bordéis
Como exemplo prático podemos citar a vivência retratada numa psicografia do autor Álvaro Basile, pelo espírito Euzébio, chamada Anjos de Bordel. O livro traz o personagem principal, Carlos, que ao ser alertado pelo amigo foi Resultado de imagem para anjos de bordel encontrar a noiva no interior de um bordel, quis matá-la, mas veio a desencarnar no auge de sua raiva. Daí passa a acompanhar, em espírito, as atividades daquele local, cheio de peculiaridades.
Quando os personagens da obra adentravam no bordel para realizar alguma tarefa, sempre tinham que ser rápidos e objetivos, pois tratava-se de um lugar com uma energia bastante densa e cheia de entidades trevosas. As entidades trevosas presentes no recinto tinham características animalescas, tanto na aparência perispiritual quanto no comportamento, sem falar no cheio árido que exalavam. Ora obsediavam os frequentadores, estimulando-os a consumirem os produtos que a casa oferecia, como bebidas, cigarros, comida e, obviamente, as mulheres.
As paredes dos quartos do bordel eram impregnadas de miasmas, que eram um prato cheio para aquelas entidades, que tateavam as paredes e encostavam o rosto e nariz afim de sugarem aquela gosma astral.
No bordel, além da administração física, exercida por um gigolô sem escrúpulos; existia também a administração do plano espiritual, que era exercida por um ser das trevas, como características animalescas e igualmente sem nenhum escrúpulo. Denominava-se Querubim (que de anjinho não tinha nada, obviamente). A entidade era perigosamente sistemática, e rigorosa na tarefa de administração do recinto. Ai daquele que o desafiasse, pois era trancafiado numa espécie de porão. Cada obsessor deveria obsediar somente uma pessoa, seja frequentador ou garota de programa do lugar, devendo também incentivar com todas as forças o consumo dos produtos disponíveis para a obtenção de lucros para os frequentadores.
Nota-se na leitura, que os frequentadores mais assíduos, independente da posição social, após o desencarne eram atraídos instintivamente para o local, onde começavam a trabalhar para aquelas entidades que antes o obsediavam. Este caso é retratado como exemplo por um empresário, que quando em vida não media generosidade no recinto, chegando até a distribuir maços de dinheiro e entregar-se à toda sorte de vícios que o lugar lhe proporcionava. Após sua morte as entidades do tal bordel não lhe deram escolha, pois foi colocado no quadro de “funcionários” trevosos. Quem antes mandava, agora era um subordinado.
Dessa forma a intenção do artigo não é dizer que: “prostituição é isso ou aquilo”, “quem se prostitui é isso ou aquilo”, e que acontece “isso ou aquilo” com quem gosta de frequentar prostíbulos. De maneira alguma!
A intenção é exemplificar como é, mais ou menos, o ambiente astral de um prostíbulo, citando possíveis ameaças energéticas que um local como esse pode oferecer. Certamente que o exemplo da psicografia acima é somente um exemplo prático, pois cada recinto desse ramo tem seu próprio modo de ser administrado por entidades do plano astral, podendo esses riscos serem maiores ou menores, porém nunca melhores.

Fonte: O Estudante Espirita 

“PSICOGRAFIA DE UM ESPÍRITO QUE VIVEU NUM HOSPITAL PSIQUIÁTRICO – LOUCURA OU MEDIUNIDADE? ”

A psicografia obtida através dos trabalhos do Grupo Socorrista Obreiros do Senhor Jerônimo Mendonça Ribeiro é mais um excelente relato do mundo espiritual. Desta vez, trazendo um relato de uma situação bastante corriqueira, mas que passa despercebido por muitas pessoas que ainda não compreendem os mecanismos da mediunidade.
Os trechos desta comunicação retratam o tema da mediunidade, as desordens psiquiátricas e a falta de orientação que, às vezes, infelizmente, acaba demorando para chegar nos ouvidos certos.
PSICOGRAFIA DO IRMÃO “FÁBIO”, DE JAÚ-SP., INTERNADO EM UM HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DEVIDO SUA MEDIUNIDADE, SUICIDOU-SE HÁ ALGUNS ANOS E FICOU VAGANDO, SOCORRIDO NOS TRABALHOS DA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA 27/10/2017.
Eu fecho os olhos e vejo, abro os olhos e vejo. Vocês não estão vendo? Só tem gente morta aqui, parece filme, muita gente aqui neste lugar, doentes, sem membros, desfigurados, enlouquecidos, sujos, feios, fedidos. Vou fechar os olhos bem forte e pedir pra Deus para fazer tudo isso sumir. (1)
Quando eu estava vivo, eu via essas coisas, aí eu fechava forte os olhos e sumia, agora que eu morri, isso continua? Está errado, não pode continuar, se eu já morri. (2)
Morri, mas não parece, porque eu tenho corpo e penso e falo e fico vendo essas pessoas desse jeito, será que isso nunca acaba? (3)
Já me tratavam de esquisito, me excluíam por causa disso, porque para mim, gente era alma e alma era gente, tanto faz, sempre foi assim, agora pelo menos eu sei que tudo é alma mesmo, porque até eu sou. (4)
Espera, então agora eu também vou ficar aparecendo para as outras pessoas, perturbando elas? Eu não quero nada disso. Não quero fazer outra pessoa passar por tudo o que eu passei.
Eles falaram para não me preocupar que tudo isso que eu sinto vai mudar, que em cada alma que eu via, era um irmão necessitado de ajuda, que eles vão explicar o que foi tudo isso.
Vai explicar? Mas eles vão sumir? Porque eu não quero mais ver e também não quero que ninguém me veja, sabe.
Eles disseram que é só agradecer a Deus e seguir com eles que tudo melhora.
Graças a Deus.
. Explicação dos médiuns responsáveis pelo trabalho:
Fábio.  De Jaú, estava no Hospital Psiquiátrico, cometeu suicídio anos atrás, tinha mediunidade, mas não sabia o que fazer, nem foi orientado, somente o internavam. Socorrido, Graças a Deus.
Explicação nossa:
(1)    “Núcleos Espíritas que desenvolvem “Trabalhos Mediúnicos da Mesa da Caridade”, tornam-se um imenso “Hospital Espiritual”, Socorrendo milhares de Irmãos Desencarnados, mostrando às cenas que o Irmãos estava presenciando na hora do seu Socorro”.
(2)   (2) “Mediunidade de Vidência. Como Ele contava e as Pessoas não acreditavam, como acontece ainda nos dias de hoje, internaram em um Hospital Psiquiátrico da nossa cidade, achando que tratava de um Irmão com portador de “Loucura”.
No Mundo Físico isso é tratado como “Loucura ou Psicose” como é chamada tecnicamente é quando se perde ou diminui de forma importante o contato com a realidade, ou seja os conteúdos da mente prevalecem sobre a capacidade de incorporar a realidade”.
 (3) “Como o que chamam de “Morte” ou “Desencarnação”, não existe, estão “Vivos”, a “Vida Continua”, sentem as mesmas reações de quando estavam no Corpo Físico. ”
(4) “Infelizmente, a Grande Maioria de Médiuns, mesmo com todas informações que dispomos, principalmente pelas “Redes Sociais”, continuam sendo tratados como “Pessoas Anormais”, ou seja, fora do convívio comum e alguns, internados em Hospitais Psiquiátricos, como é o caso deste Irmão.

Equipe de trabalho do Grupo Socorrista Obreiros do Senhor Jerônimo Mendonça Ribeiro.

Fonte: https://estudantespirita.com.br/