Seguidores

domingo, 1 de outubro de 2017

"O MOMENTO DA MORTE E DO DESENCARNE"

Muito comum, mesmo entre os espíritas, que se faça confusão entre os termos morte e desencarne, porém os termos possuem sentidos diferentes e a compreensão deles nos ajudará a esclarecer um assunto muito importante: o que acontece com o Espírito no momento da morte do corpo? Ela é dolorosa? É igual para todos? É a todas essas perguntas que tentaremos esclarecer neste artigo.
Para ajudar a esclarecer esse assunto tão fascinante é preciso, antes de tudo, conhecermos o significado dos termos morte e desencarne para o Espiritismo.
A morte é o fim da vida do corpo físico, ocorre quando o corpo, natural ou forçadamente, não tem mais condições de se manter vivo.
O desencarne é o processo de desligamento do Espírito, e seu corpo espiritual ou perispírito, do corpo físico.
Ao reencarnar o Espírito se une ao corpo físico através de seu perispírito molécula a molécula, no desencarne esse processo é invertido e o Espírito se desligará do corpo também molécula a molécula. A esse respeito Kardec escreveu que “o fluido perispiritual só pouco a pouco se desprende de todos os órgãos, de sorte que a separação só é completa e absoluta quando não mais reste um átomo do perispírito ligado a uma molécula do corpo”1. É importante ressaltar o fato de que morte e desencarne acontecem, normalmente, em momentos distintos e é isso que veremos agora com mais detalhes.
Kardec generaliza os diferentes “tipos” de desencarne quanto ao momento em que se dão e consequentemente quanto à facilidade ou dificuldade do processo. Os exemplos devem ser entendidos como casos extremos e, portanto, existem muitas variações entre um tipo e outro. Essa generalização foi feita em quatro grandes grupos que são:
“Se no momento em que se extingue a vida orgânica o desprendimento do perispírito fosse completo, a alma nada sentiria absolutamente.
Se nesse momento a coesão dos dois elementos (os dois corpos espiritual e carnal) estiver no auge de sua força, produz-se uma espécie de ruptura que reage dolorosamente sobre a alma.
Se a coesão for fraca, a separação torna-se fácil e opera-se sem abalo.
Se após a cessação completa da vida orgânica existirem ainda numerosos pontos de contacto entre o corpo e o perispírito, a alma poderá ressentir-se dos efeitos da decomposição do corpo, até que o laço inteiramente se desfaça”2.
Após esses oportunos esclarecimentos sobre os diferentes processos de desencarne, Kardec finaliza dizendo que “daí resulta que o sofrimento, que acompanha a morte, está subordinado à força adesiva que une o corpo ao perispírito; que tudo o que puder atenuar essa força, e acelerar a rapidez do desprendimento, torna a passagem menos penosa; e, finalmente, que, se o desprendimento se operar sem dificuldade, a alma deixará de experimentar qualquer sentimento desagradável”3.
Mas então o que gera essa força “adesiva” que torna o corpo espiritual mais ligado ao corpo carnal e, por consequência, mais difícil e penoso o seu desligamento para o Espírito? Kardec mais uma vez vem nos esclarecer quando responde que “o estado moral da alma é a causa principal que influi sobre a maior ou menor facilidade do desligamento. A afinidade entre o corpo e o perispírito está em razão do apego do Espírito à matéria; está em seu máximo no homem cujas preocupações todas se concentram na vida e nos gozos materiais; ela é quase nula naquele cuja alma depurada está identificada por antecipação com a vida espiritual. Uma vez que a lentidão e a dificuldade da separação estão em razão do grau de depuração e de desmaterialização da alma, depende de cada um tornar essa passagem mais ou menos fácil ou penosa, agradável ou dolorosa”4.
Fica agora fácil entender que os fenômenos da morte e do desligamento do Espírito em relação ao corpo (desencarne) ocorrem, de modo geral, em momentos distintos podendo ser essa diferença de tempo em horas, dias, meses e mesmo anos. O que também nos chama a atenção é o fato de depender de cada um tornar esse momento mais fácil e agradável ou mais penoso e doloroso. A vida plenamente material onde se busca tudo que a matéria oferece como gozos e posses é aquela que dará mais dificuldade ao Espírito na hora do desencarne. Aquele que vive conforme a moral do Evangelho, dando importância relativa às coisas materiais, reconhecendo seu valor, mas não vivendo em função disso e principalmente reconhecendo e aceitando os Desígnios Divinos acima de qualquer revolta, esse sim terá uma passagem tranquila e fácil quando chegar sua hora.
Existe um outro fenômeno que possui relação direta com a moral do indivíduo e que começa a acontecer imediatamente após a morte do corpo, é o fenômeno da perturbação espiritual. Como nos esclarece Kardec a esse respeito “[...] nesse momento a alma sente um entorpecimento que paralisa, momentaneamente, as suas faculdades e neutraliza, pelo menos em parte, as sensações; está, por assim dizer, cataleptizada, de sorte que quase nunca testemunha consciente o último suspiro. [...] A perturbação pode, pois, ser considerada como estado normal no instante da morte; a sua duração é indeterminada; varia de algumas horas a alguns anos. À medida que ela se dissipa, a alma está na situação do homem que sai de um sono profundo; as ideias estão confusas, vagas e incertas; vê-se como através de um nevoeiro; pouco a pouco a visão se ilumina, a memória retorna e ela se reconhece. Mas esse despertar é bem diferente, segundo os indivíduos; nuns é calmo e proporciona uma sensação deliciosa; noutros, é cheio de terror e ansiedade, e produz o efeito de um horrível pesadelo ”5.
Assim fica mais uma vez clara a importância de uma vida reta, onde impere a moral do Evangelho de Jesus e onde cada um se esforce para ser cada dia melhor que no dia anterior. Para fechar a questão trago mais uma citação de Kardec onde ele fecha o assunto com muita clareza e objetividade:
“O último alento quase nunca é doloroso, uma vez que ordinariamente ocorre em momento de inconsciência, mas a alma sofre antes dele a desagregação da matéria, nos estertores da agonia, e, depois, as angústias da perturbação. Demo-nos pressa em afirmar que esse estado não é geral, porquanto a intensidade e duração do sofrimento estão na razão direta da afinidade existente entre corpo e perispírito. Assim, quanto maior for essa afinidade, tanto mais penosos e prolongados serão os esforços da alma para desprender-se. Há pessoas nas quais a coesão é tão fraca que o desprendimento se opera por si mesmo, como que naturalmente; é como se um fruto maduro se desprendesse do seu caule, e é o caso das mortes calmas, de pacífico despertar”6.
Fonte:  Espiritismo - 3ª Revelação
Referências: 
1.                  Kardec, Allan. O céu e o inferno. 2ª parte, cap. 1, item 4.
2.                  Idem. Ibidem, item 5.
3.                  Idem. Ibidem.
4.                  Idem. Ibidem, item 8.
5.                  Idem. Ibidem, item 6.
6.                  Idem. Ibidem, item 7.


“AS PROFECIAS DE HITLER”

Um colaborador  que prefere se manter no anonimato nos enviou uma material retirado, segundo ele, de um pequeno livreto publicado em 1955, que traz supostas profecias atribuídas ao espírito de Hittler. Essas profecias teriam sido psicografadas por vários médiuns espíritas, pouco tempo após a Segunda Guerra Mundial e reunidas no tal livreto.
Hitler (1952) por I. Fridmant: "Diga aos homens para se prepararem para enfrentar tempos muito duros. Haverá fome em todos os lugares. E mais do que falta de pão, haverá falta d'água. Muitos dirão: os reservatórios estão cheios de água. Mas se tratará de água infectada. Se lembra da grande crise de 1929? Um século depois voltará a ocorrer. E será muito pior, porque não será somente uma crise econômica. Na antecâmara (nas vésperas) do terceiro conflito mundial haverá uma grande quantidade de enganadores, capazes somente de mover a língua e de sugar o sangue do povo criança. Nos altos postos, haverá somente gigantes da corrupção, com coração de coelho. Os ladrões mais astutos e mais refinados se apresentarão ao povo com uma rica bagagem de mentiras. E o povo criança votará neles. No entanto, ao povo criança serão dados jogos, divertimentos e campeonatos. Assim, o povo esquece sempre a liberdade e a democracia, os cidadãos votam em ladrões e o país se torna um esgoto".
Hitler (1946) por H. Kolder: "Não se alegre pela paz, porque a centelha da guerra continuará acesa entre os povos. E haverá sangue... e haverá lágrimas. Mas a pessoa cruel virá no cruzar do milênio. Entre 1995 e 2005, o mundo será governado por víboras. E o veneno estará espalhado um pouco em todos os lados. O céu de muitas cidades alemãs, suíças, francesas e italianas será obscurecido por nuvens que transportarão uma carga de morte.
O capitalismo e o marxismo são sistemas injustos porque terminam crucificando o homem. Primeiro cairá o marxismo e o barulho da queda se ouvirá até a lua. Depois cairá o capitalismo e o barulho de sua queda se ouvirá até o sol. Onde caírem as duas bestas, restará somente cinzas, porque suas doutrinas eram somente cinzas. Quando entrarem no túnel da década viperina, as ideologias entrarão em crise profunda. Faltarão as idéias... As grandes idéias caem do céu, como o maná".
Hitler (1952) por um grupo de pesquisa mediúnica de Frankfurt: "Não se salvará nada desta civilização de consumo. E é justo que seja assim, porque o consumismo é uma roda que gira continuamente. E a cada giro produz ânsia e fadiga. Cobiça de ter? Cobiça de consumir! Sobre esta plataforma vem edificada uma vida angustiada".
Hitler (1951) por F. Riedman, ao responder a pergunta se haverá mudanças substanciais para a Europa: "Mudarão as fronteiras, as capitais, as terras e os mares. Haverá mudanças impostas pela natureza e mudanças impostas pelo homem. A natureza dará uma nova forma a muitas praias, a muitos mares e a muitos montes. Moscou se tornará uma cidade provincial enquanto que São Petersburgo voltará a ser capital da Rússia. Roma se tornará um museu enquanto que Milão se tornará a capital da Itália. Belgrado se apagará (será totalmente destruída), quando os fogos se acenderem. E Berlim voltará aos esplendores dos anos gloriosos. O Mar do Norte pegará algumas terras. Mas serão sobretudo as praias da Itália, França e Espanha que serão mudadas. Algumas destas serão irreconhecíveis. A parte alta do Mediterrâneo ferverá como uma panela sobre o fogo". Ao ser perguntado por sinais que indicarão estes eventos, foi dito: "Quando virem o inverno junto do verão... mas sobretudo quando Calais abraçar Dover, lembre-se que está entrando nos dias das grandes mudanças".
"O homem simples não poderá fazer nada, porque já está tudo escrito. Quem enfrentar os tempos das grandes mudanças com humildade, serenidade e sobretudo preparado dentro, se salvará. Quando o milênio morrer, morrerão muitas coisas. E muitas coisas mortas, ressurgirão. Naquele tempo, apronte sua bolsa, porque será o tempo de grandes migrações".
Hitler (1952) por L. Helmut: "Não passarão ainda muitas décadas e a vida terrestre não valerá a pena de ser vivida... Toda a terra será um veneno e toda a vida do homem será uma doença. A terra se tornará infectada como uma ferida cheia de pus. Os políticos prometerão consertar as coisas, mas gastarão todos os fundos na luta "desintoxicante" em inúteis assembléias, em discussões, em contestações, em comissões, em paracomissões...
Chagas horrendas se abrirão na carne dos homens e dos animais. Chagas horrendas se abrirão na terra que um dia era fértil". Ao ser perguntado se o Apocalipse virá mesmo, disse: "Sim, o Apocalipse foi construído grão após grão por homens loucos, incapazes e corruptos. Por isso foi decidido o grande dilúvio. E se salvarão os mais dotados. Na lei eterna, só há lugar para os melhores. Não será a massa que será salva, mas os super-homens. E a vida nova, os novos relacionamentos entre os homens, serão projetados e realizados por estas mentes superiores..."
Hitler (1952) por R. Dowden, ao responder sobre o papel dos antigos aliados no que poderá ser o último grande conflito da humanidade (Terceira Guerra Mundial): "Quando o turbilhão oriental passar pela Terra, o Japão será destruído por uma série de terremotos que deixarão na vida daquele povo uma ferida profunda... O destino da Itália é aquele de "mudar a cada mudança de vento".
Hitler (1954) por T. Simpson. Hitler teria falado em alemão e em francês enquanto que os registros afirmam que o médium não conhecia francês: "A Alemanha voltará a ser uma. A Inglaterra perderá as suas colônias, perderá a monarquia e perderá a unidade histórica. Então se compreenderá que a democracia não existia naquela terra. A França será destinada ao papel de dependente da Alemanha. A União Soviética se despedaçará em mil fragmentos. E cada fragmento reivindicará a sua bandeira. Uma crise espantosa passará pelos países do leste. A fome e a peste levarão os povos eslavos à agonia. Os Estados Unidos perderão as suas estrelas: uma a uma. De agressores serão agredidos. Chegará o dia em que eles deverão se defender, seja no interior como no exterior. A estátua da liberdade explodirá durante a lua cheia. E com a estátua da liberdade, despedaçará a história dos Estados Unidos da América. O mundo entenderá então que os Estados Unidos não eram grandes, mas somente ricos. E a riqueza é como a onda do mar, vai e volta. A cor que atacará os EUA será a amarela. Naquele tempo, tremerá o mundo. E tremerá sobretudo a Europa. Somente os países da América Latina darão luz. Será o Brasil o centro da civilização. Será necessária uma grande limpeza: onde não chegar o homem, chegará a natureza. A Flórida desaparecerá, se tornará mar... E do mar voltará uma terra. Que terá escondido o mistério de uma civilização. E neste mistério se encontrará uma nova lei de vida".
Hitler (1954), por F. Zellerh: "Tudo mudará somente quando o homem mudar. Quando a vida mudar. Quando se apagar a luz e depois de uma longa noite, surgirá o novo sol.  Eu disse que mudará tudo, na terra, no mar e no céu. O sol surgirá no poente e se porá no levante. A brisa do mar será sentida (onde é hoje) na montanha, enquanto que o gelo será encontrado (onde é hoje) no mar. O primeiro sinal destes acontecimentos será dado pelas estações. Quando a rosa florescer em janeiro e a neve for vista em maio, significará que os tempos estão vizinhos... Então haverá pânico entre os povos. Mas será necessário que isto ocorra. E no novo tempo, um novo sol se porá, no levante e não mais no poente".
Verídico ou não, temos que concordar que é tudo muito estranho.
Eu não acredito nisso, acho que a situação dele é precária demais pra se preocupar com essas coisas.

Fonte: Fórum Espírita.