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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

“COMO PARAR DE ABSORVER A ENERGIA NEGATIVA DE OUTRAS PESSOAS: ?”

A empatia é a capacidade de reconhecer e sentir as emoções de outras pessoas. Simpatia sentir compaixão por outras pessoas. Muitas vezes para ser um “empata” significa que você estará absorvendo grande parte da dor e sofrimento em seu ambiente, o que pode sacrificar sua capacidade de se expandir a um nível mais elevado.
Se você convive frequentemente com uma pessoa negativa, você sabe a quão tóxica a sua energia pode ser. Aprender a não absorver as energias de outras pessoas é uma grande habilidade espiritual a se desenvolver. Aqui estão cinco maneiras de parar de absorver a energia negativa de outras pessoas.
1) lembre-se, você não pode agradar a todos
Se alguém lhe assediar moralmente, reclamando sobre você, ou desrespeitar você, não faça de sua missão tentar convencer essa pessoa a gostar de você. Isso só vai sugar você ainda mais o seu campo de energia e vai fazer de você energeticamente dependente da opinião deles.
Nem todo mundo vai gostar de você. Todos estamos, aqui na terra, vivendo com um propósito diferente. Ao amar a si mesmo em primeiro lugar, você irá criar um campo de força em torno de outras pessoas que irá protegê-lo de ser tão esgotado por suas opiniões.
Também se lembre: você não pode mudar ninguém. Não faça de sua missão tentar corrigi-los nesse momento também. Às vezes, a melhor coisa que você pode fazer é não tentar mudá-los, pois, agindo assim, você não vai alimentar a energia que eles estão projetando em você.
2). Tenha cuidado com quem você convida para a sua vida
Seu corpo, sua mente e o seu ambiente são o seu templo. Quem você está convidando para eles? É um convite aberto? Será que as pessoas ainda limpam os pés antes de caminhar ao redor deles, ou arrastam-lhe a lama de sua alma?
No Brasil existe uma gíria chamada folgado. O significado direto é “solto” ou “preguiçoso”, mas que realmente significa “freeloader”. Não é exato no Inglês equivalente pois é mais uma mentalidade do que um estilo de vida.
Se você dá a uma pessoa um pedaço de pão, um dia, eles vão pedir pão todos os dias. Se você deixar alguém ficar em sua casa para um fim de semana, então eles vão tentar ficar a semana toda (ou duas!).
Uma vez eu pensei que minha esposa estava ficando fria e com um espírito mesquinho para com alguns dos nossos vizinhos. Depois que eu percebi que ela estava apenas respeitando a si mesma e a sua casa! Eu valorizava sua postura e adotei o estilo como meu, a partir daí.
É ótimo ser generoso, mas há uma linha tênue a trabalhar para que você você não seja pisoteado, assim, optando por  ajudar aqueles que realmente precisam. Aprenda a dizer “não” é estar bem com isso.
3) parar de prestar atenção
Um parasita precisa de um hospedeiro para sobreviver. Quando você presta atenção em alguém, você está dando-lhe energia. Ou seja, se você se concentrar em vampiros de energia, eles vão entrar em sua mente e vão roubar seus pensamentos, diminuindo drasticamente seus níveis de energia.
Algumas pessoas vão despejar sua energia em você e então dirigir para o próximo “pit stop“. Um ouvido amigo pode ser uma coisa maravilhosa, mas é, necessariamente, uma linha que precisa ser cuidado se se quiser manter a saúde de sua energia.
Talvez você se encontrou como uma fonte de uma pessoa para retransmitir as suas frustrações no trabalho, um relacionamento ou mesmo realizações bem-sucedidas. Todas estas emoções podem drenar você de várias maneiras e fazer com que você comece a limitar a sua própria vida de maneiras não produtivas.
Ame-se o suficiente para ajustá-los, dizer-lhes para parar, ou dizer-lhes que você não pode lidar com isso agora. Não economize em rejeitar sua energia tóxica.
4) inspire natureza
Vá para a natureza meditar, relaxar e respirar. Purifique a água dentro de você, exercite e flutue fácil. Esteja como uma borboleta, flutue suavemente, mas mova-se rapidamente. A respiração aumenta a circulação do fluxo sanguíneo ao redor do corpo e ajudará a evitar que você absorva a energia daqueles que o rodeiam. Caminhe com confiança, mantenha a cabeça erguida e não permita que ninguém faça você se sentir inferior. A lagarta come tudo em torno dela e se torna gorda, imóvel.
Deve-se primeiro tornar-se luz, a fim de voar.
5) tome 100% de responsabilidade por seus pensamentos e emoções
Como você se sente é 100% sua própria responsabilidade.
O universo está enviando pessoas para a nossa vida para nos testar. A percepção que temos de nós mesmos é maior do que a percepção que os outros têm de nós. Você não é uma vítima, ninguém tem poder sobre você. Considere como seus pensamentos ou expectativas podem ter manifestado a situação que está incomodando você. E se a resposta estiver dentro de seu nível de paciência, irritabilidade ou compaixão? A menos que tomemos um tempo para nos observar, nós inconscientemente afirmamos nossa própria vitimização para o mundo que nos rodeia.
Uma vez que você se torna responsável pela maneira que você escolhe responder a algo, você se conecta com você mesmo a um nível mais profundo. Quando você está conectado a si mesmo a um nível mais profundo, você começa a não ser abatido nem projetado para fora de seu centro tão facilmente.
Coloque-se em situações que aumentam as suas próprias energias. Esta pessoa faz com que você se senta bem? Você faz essa pessoa se sentir bem? Você é merecedor de uma experiência brilhante e é hora de perceber isso!
Aprenda a proteger-se contra as energias de outras pessoas e comece com o amor-próprio. Lembre-se de que é importante para você estar feliz e em paz. Esteja pronto para dizer não.
Você é o autor de seu próprio estado energético.
(Fonte: spiritscienceandmetaphysics)


“NINGUÉM TEM O PODER DE PROTEGER OS OUTROS.

Há uma grande verdade nessa vida. No entanto, as pessoas que vivem nesse mundo não querem de forma alguma aceita-la. Essa máxima diz assim:
“Ninguém protege ninguém”.
Sim, não ha como negar esse axioma. É certo que os espíritos sempre vão passar pelas provações que precisam para sua evolução, e ninguém, nem mesmo Deus, pode evitar isso. Seria o mesmo que uma pessoa que deseja se deslocar do polo sul ao polo norte caminhando seja preservada dos percalços contidos no caminho. Todos que desejam ir de um ponto a outro precisam enfrentar todas as barreiras que se impõe na estrada.
Você pode até acreditar que está protegendo uma pessoa, mas pode estar atrapalhando mais do que protegendo. Se aquele espírito precisa atravessar uma provação, ele vai passar por isso, independente dos esforços que fizermos para poupa-lo.
Algumas pessoas preferem acreditar que detêm o poder de impedir certas catástrofes, certos sofrimentos e provações que o outro passa. Mas isso não é possível. Os espíritos precisam viver o seu karma, pois para transmutar seu karma é preciso vivencia-lo com intensidade.
Dessa forma, ninguém tem o poder de impedir que um acidente ocorra sobre alguém; que uma perda ocorra; que uma doença ocorra; que o outro se perca, sofra, se abandone, desista, fique deprimido, ou viva qualquer tipo de catástrofe da vida. humana. É justamente essas provações que vão purifica-lo e faze-lo avançar em espírito rumo a felicidade em Deus.
Por isso, não temos esse poder sobre o outro e nem nunca vamos ter. Somos espíritos parceiros vivendo uma jornada na matéria que visa nosso despertar. Tentar proteger alguém seria o mesmo que retirar um aluno da prova que ele precisa resolver para passar de ano. Se você retirar o aluno da prova, ele não vai galgar a série seguinte, e permanecerá onde está, paralisado. Liberte-se nesse momento da ilusão de que é possível proteger alguém… você não tem esse poder.
Nossas preces e emanações positivas destinadas a uma pessoa, assim como palavras amigas de incentivo na hora certa podem lhe dar um alento que revigora seu ser e lhe ajudará a enfrentar com mais força e fé as tribulações da existência material. Mas não podemos amenizar as provas, extirpar as situações opressoras ou retira-la da provação. Podemos apenas ajuda-la a atravessar com resignação, confiança, coragem e reflexão as circunstâncias da vida.
Podemos também orienta-la e mostrar-lhe um possível caminho, mas quem deve decidir e seguir é a própria pessoa. Não é possível interferir, mudar, proteger, preservar, defender, impedir, neutralizar qualquer acontecimento de que necessite vivenciar. Você pode dar as mãos para ela oferecendo consolo, otimismo e força, mas não pode jamais carrega-la no colo e impedir que a tormenta se abata sobre ela. O princípio relacionado a isso é simples: se a pessoa tiver que passar por algo, ela vai passar e não temos qualquer poder de impedir.
Por isso, aceite as suas provações e do outro. Agradeça a Deus as desventuras e os infortúnios vividos. Não se esqueça: o que se destrói em nível humano e mundano, nos faz ascender em espírito.

(Hugo Lapa)

"COMO O ESPIRITISMO TRATA OS DOENTES DO ESPÍRITO?"

Existe uma patologia da alma? - Mágoas, ressentimentos, desesperos, atritos E irritações entretecem crises do pensamento, estabelecendo lesões mentais que culminam em processos patológicos, no corpo e na alma, quando não se convertem, de pronto, em pábulo da loucura ou em sombra da morte.
Por que acontece assim? - Isso acontece porque milhões de criaturas, repostas no lar, recapitulam amargosas e graves experiências, junto àqueles que atormentaram outrora ou que outrora lhes foram implacáveis verdugos; metamorfoseados em companheiros que, às vezes, trazem o nome de pais e figuram-se adversários intransigentes; responderam por filhos e mais se assemelham a duros algozes dos corações afetuosos que lhes deram o tesouro do berço; carregam a certidão de esposos e parecem forçados, em algemas duplas na pedreira do sofrimento; fazem-se conhecidos por titulares da parentela e exibem-se, à feição de carrascos tranquilos.
Como classificar o reduto doméstico, onde se reúnem sob os mesmos interesses e sob o mesmo sangue os inimigos de existências passadas?
- Do ponto de vista mental, os adversários do pretérito, reencarnados no presente, expandem entre si tamanha carga vibratória de crueldade e rebeldia, que transfiguram o ninho familiar em furna, minado por miríades de raios destrutivos de azedume e aversão.
Como classifica a Doutrina Espírita as pessoas difíceis na convivência da consanguinidade?
- A Doutrina Espírita, proclamando o entendimento fraterno por medida inalienável, perante os ajustes precisos, cataloga os irmãos transviados na ficha dos enfermos carecentes de compaixão e socorro.
Como funcionam os ensinamentos espíritas na cura dos males que infelicitam as criaturas humanas?
- Os ensinamentos espíritas, despertando a mente para a necessidade do trabalho e do estudo espontâneo, preparam a criatura em qualquer situação, para a obra do aperfeiçoamento próprio e desvelando a continuidade da vida, para lá da morte, patenteiam ao raciocínio de cada um que a individualidade não encontrará, além-túmulo, qualquer prerrogativa e sim a felicidade ou o infortúnio que construiu para si mesma, através daquilo que fez aos semelhantes.
Quais são os medicamentos do espírito?
- Nas atividades espíritas, colhemos do magnetismo sublimados benefícios imediatos, seja no clima do passe, sob o influxo da oração, ou no culto sistemático do Evangelho no lar, por intermédio dos quais, benfeitores e amigos desencarnados nos reequilibram as forças, através da inspiração elevada, apaziguando-nos os pensamentos, ou se valem de recursos mediúnicos esparsos no ambiente, a fim de nos propiciarem socorro à alma aflita ou às energias exaustas.
Se abraçastes, pois, a Doutrina Espírita, perlustra-lhes os ensinos e compreenderás que a humildade e a benevolência, o serviço e a abnegação, a paciência e a esperança, a solidariedade e o otimismo são medicamentos do Espírito, transformando lutas em lições e dificuldades em bênçãos, porque no fundo de cada esclarecimento e de cada mensagem consoladora, que te fluem da inspiração, ouvirás a palavra do Cristo: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.
OBRA “LEIS DO AMOR” -ESPÍRITO: EMMANUEL –PSICOGRAFIA: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER E WALDO VIEIRA


"VOZES NA SENZALA - A MEDIUNIDADE NÃO É PRIVILÉGIO DE RAÇAS E SEU GRAU NÃO É PRIVILÉGIO DA COR DA PELE."

A mediunidade não é privilégio de raças e seu grau não se vincula a cor da epiderme.
É recurso misericordioso concedido ao homem para que ele possa ser instrumento das “vozes do céu”.
E é por ela que escrevo, não para verbalizar como outrora meus sentimentos de revolta e descontentamento, pois o tempo e o conhecimento das leis da vida aplacaram minha ignorância.
Testemunhei inúmeras vezes as “vozes do céu” a se manifestarem nos redutos de sofrimento, nas senzalas, onde não existia dignidade humana e o desespero e a dor eram o pão de cada dia.
A escravidão do corpo não impedia que o espírito se libertasse e alçasse voo através das mensagens de esperança.
Nas senzalas, fenômenos mediúnicos aconteciam de maneira farta, pois através da mediunidade, o consolo chegava para aqueles que aguardavam a morte no cativeiro.
A desesperança se abrandava quando incorporações aconteciam e as vozes eram ouvidas cantando a fé em uma vida nova.
Eram parentes que feneceram na senzala e depois de mortos voltavam para falar da continuidade da vida.
Pais desencarnados que pediam coragem aos filhos, guias espirituais que aviavam receitas para minimizar as dores e doenças do corpo.
A revolta e a inconformidade eram aplacadas pelas vozes invisíveis ouvidas na senzala.
Mas existiam noites especiais, onde se testemunhava que “anjos do céu” desciam à Terra, porque mesmo no cativeiro a luz se fazia pelo amor de Deus por seus filhos.
Eram as noites em que vozes de amor entoavam a canção de liberdade ensinada por um Profeta Galileu.
Conta-se que nessas noites um perfume diferente era sentido, que o sofrimento abrandava.
As vozes diziam que o Profeta também foi cativo de uma cruz e que, mesmo inocente, Ele não deixou de abraçá-la para redenção de todos os homens, seja qual for a cor da sua pele.
As vozes ensinavam o perdão, pediam paciência, conclamavam a união.
Não obstante essa consoladora realidade, alguns corações cultivavam a revolta diante da desumanidade com a qual os negros eram tratados.
E a vingança e o crime eram defendidos por muitos.
Percebia-se que as vozes guardavam sintonia com os homens de boa ou má conduta. Fossem eles bons, sintonizavam-se com boas vozes, fossem eles maus, eram instrumentos das vozes revoltosas.
Quantas revoltas e crimes foram evitados pela intercessão dessas vozes que pediam coragem e paciência!
Do lado invisível, forças espirituais se movimentavam, a fim de fortalecer os corações em sofrimento.
O Cativo da cruz ensinara aos homens que a liberdade viria, mas que ela começaria por dentro do coração.
Seu evangelho ensina que cada espírito está atado ao tronco da própria ignorância e da maldade, mas que a caridade traz a libertação, a alforria verdadeira.
Se não houver luz por dentro da alma, não haverá luz na vida.
Fui filho de religioso. Quando encarnado, tive contato com o evangelho e me perguntei muitas vezes: Por onde anda esse tal Jesus, que não vem libertar minha gente?
Durante um tempo acreditei que existissem dois Jesus, um para salvar os brancos e outro para salvar os negros.
Em minhas preces, pedia para que surgisse um Jesus para os negros, não entendia que Ele não era Redentor de corpos, mas de almas.
Naqueles tempos, o que meus olhos viam de dor e sofrimento cegavam minha alma, e repudiei essa brandura e entendi que não seria Ele o Redentor.
Os navios negreiros que aportavam entulhados de escravos diminuíam a minha fé e aumentavam minha revolta.
Seres humanos sendo tratados como animais por causa da cor da sua pele.
Fiz o que pude, mudei de lado, voltei para o outro lado, paguei o preço das minhas escolhas, até que o gosto do sangue em minha boca fez raiar a liberdade para o meu espírito.
Morto fisicamente, meus olhos se abriram para as coisas do espírito.
Em minhas memórias, as invisíveis “vozes da senzala” sempre vão estar presentes, porque encontrei consolo em suas mensagens.
Mensagens que ensinavam que o Redentor estava no mundo, não para nos livrar das lutas do mundo, mas para verdadeiramente libertar todo aquele que crê em Deus e entende que só é livre de verdade aquele que ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Podemos entender a Terra como uma grande senzala, onde todos estamos ainda cativos, mas em dimensões diferentes.
A dor experimentada no cativeiro de carne é que abre os ouvidos humanos para os valores imperecíveis da alma, daí muitos estão se voltando para ouvir e ler as mensagens que chegam da dimensão espiritual.
A mediunidade é neutra, mas o médium é o responsável pela mensagem que transmite, pois deve se sintonizar com as bondosas e invisíveis “vozes na senzala”.
A liberdade na Terra é relativa, pois a medida que amamos nos liberamos, mas quando o ódio e a paixão nos envolvem, os grilhões aumentam e encarcerados ficamos.
José do Patrocínio pelo médium Adeilson Salles