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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

“UM HOMEM MUITO RICO RECEBE UMA NOTICIA TERRÍVEL, MAS ACABA DESCOBRINDO UMA GRANDE LIÇÃO DE VIDA. ”!

Um homem muito rico procurou um mestre e lhe pediu que o ensinasse a viver a vida da melhor forma possível. Ele queria aproveitar o máximo a vida e ser feliz. O mestre respondeu:
– Infelizmente isso não será possível, pois tive uma visão de que o senhor irá morrer amanhã à noite.
O homem ficou assustadíssimo com essa notícia. Saiu de lá rapidamente, e foi ver a sua família. Encontrou sua esposa e filhos, e lhes disse:
– Meus amores, um sábio me disse, pela sua vidência, que tenho apenas um dia de vida. Queria dizer que amo muito vocês, e que vamos passar este dia todos juntos, em total harmonia, para que na eternidade fique registrado o quanto eu sempre os amei. Mas antes, preciso falar com algumas pessoas amanha durante o dia.
Assim que amanheceu, o homem saiu da casa e foi encontrar-se com seu vizinho que, há algum tempo, havia tido um briga bem séria. Pediu perdão ao vizinho por tudo, disse que se arrependia do mal que havia lhe causado e saiu de lá.
Depois disso, o homem foi encontrar sua mãe, que sendo muito velhinha, havia colocado numa casa distante e estava tendo de se virar sozinha. Assim que viu a mãe, disse:
– Mãe, perdoe-me por ter me afastado de você. Eu estava muito autocentrado e só conseguia ver meu próprio umbigo. Estou morrendo e quero que fique conosco agora no meu último dia de vida.
O homem foi então perdoando as ofensas das pessoas, ajudando aqueles que antes havia prejudicado, e cada coisa que fazia procurava estar totalmente presente, pois sabia que seria a última vez.
O dia passou bem rápido, mas foi o dia mais libertador de sua vida. Voltou para casa, reencontrou toda a sua família, e viu a noite cair. Jantaram juntos, ficaram todos abraçados, e o homem esperava o fatídico momento de sua morte.
O tempo passou, passou, e ele não morreu. Veio o dia seguinte, e o homem ainda estava sentindo-se muito bem, sem nenhum sinal de que estava próximo à morte. Ao contrário de tempos passados, o homem sentia-se maravilhosamente tranquilo e feliz, muito melhor do que qualquer época em toda a sua vida.
Resolveu então retornar e falar novamente com o sábio. Assim que o encontrou, questionou:
– Mestre, anteontem o senhor me disse que eu morreria ontem, mas veja que hoje continuo saudável e nada me ocorreu. Pelo jeito sua previsão falhou, pois me sinto feliz e bem leve.
O mestre respondeu:
– Não falhou, pois não houve nenhuma visão do futuro. Você me perguntou como era possível viver a vida da melhor forma possível. O que você fez neste último dia, acreditando que iria morrer, senão viver intensamente cada momento? Você ficou mais próximo de sua família, perdoou ofensas, arrependeu-se de brigas, aproximou-se de pessoas que ama, e disse a sua família o quanto você a amava, além de ter ficado bem próximo a eles. Portanto, este é o ensinamento que deixo a você. Viva cada dia como se fosse o último. Trate as pessoas sem cultivar mágoas, pois um dia tudo isso passa. Sinta-se liberto dessa vida sabendo que um dia você não mais estará presente. Declare seu amor aberta e calorosamente, como se fosse a última vez. Liberte-se das preocupações, das tensões e das culpas, como se elas fossem passar e dissolver-se com o fim de tudo. O que dá sentindo a vida, é o sentido que é dado quando sentimos que tudo está próximo de encerrar. Quando tomamos consciência de nossa mortalidade e da pe­quenez da existência humana, nos libertamos de qualquer prisão, e vivemos de forma leve e feliz.

Autor: Hugo Lapa

“APARIÇÕES NO MOMENTO DA MORTE. MUITAS PESSOAS ANTES DE MORRER ALEGAM VER JUNTO DE SI, SERES CONHECIDOS. AMIGOS E FAMILIARES. ”

Momentos antes de morrer, muitas pessoas alegam ver junto de si seres conhecidos, familiares e amigos, também já falecidos. Vamos hoje referir um caso no qual as aparições de pessoas falecidas são percebidas unicamente pelos familiares do  moribundo.
Encontrámos um caso bem interessante, no livro «Fenómenos Psíquicos no Momento da Morte», de Ernesto Bozzano, editora FEB, 3ª ed., 1982, Brasil, caso este retirado do «Journal of the Society for Psychical Research» (1908, pp. 308-311):
«O Dr. Burges envia ao Dr. Hodgson o episódio seguinte, que se passou em presença do Dr. Renz, especialista em moléstias nervosas. M. G., protagonista do episódio, escreve:
“… Antes de descrever os acontecimentos e no interesse daqueles que lerem estas páginas, tenho a declarar que não faço uso de bebidas alcoólicas, nem de cocaína, nem de morfina; que sou e fui sempre moderado em tudo, que não possuo um temperamento nervoso; que minha mentalidade nada tem de imaginativa e que sempre fui considerado como homem ponderado, calmo e resoluto. Acrescento  que, não somente nunca acreditei no que se chama – Espiritismo – com os fenómenos relativos de materializações mediúnicas e do corpo astral visível, como fui sempre hostil a essas teorias.
Um caso espantoso em que assistiu ao trabalho espiritual na morte da esposa.
A minha mulher morreu às 11h45, da noite de Sexta-feira, 23 de Maio de 1902; e só às 4 horas da tarde desse mesmo dia foi que me persuadi que estava perdida toda a esperança. Reunidos em torno do leito, na expectativa da hora fatal, estávamos muitos amigos, o médico e duas enfermeiras… Assim se passaram  duas horas, sem que se observasse nenhuma alteração…às 6h45 (estou certo da hora porque havia um relógio colocado diante de mim, sobre um móvel) aconteceu-me voltar o olhar para a porta de entrada e percebi sobre o sólio, suspenso no ar, três pequenas nuvens muito distintas, dispostas horizontalmente, parecendo cada uma do comprimento de cerca de 4 pés, com 6 a 8 polegadas de volume… O meu primeiro pensamento foi que os amigos (e peço-lhes perdão por esse injustificado juízo) se tinham posto a fumar, além da porta, de  maneira que o fumo dos seus charutos penetrasse no quarto. Levantei-me de um salto para ir reprová-los e notei que nas proximidades da porta, no corredor e no quarto, não havia ninguém. Espantado, voltei-me para olhar as nuvenzinhas que, lentamente, mas positivamente, se aproximavam da cama, até que a envolveram por completo.
Olhando através dessa nebulosa, percebi que ao lado da moribunda se conservava uma figura de mulher, de mais de 3 pés de altura, transparente, mas ao mesmo tempo resplandecente de uma luz de reflexos dourados; o seu aspecto era tão glorioso, que não há palavras capazes de descrevê-lo. Ela vestia um costume grego de mangas grandes, largas, abertas; tinha uma coroa à cabeça. Essa forma mantinha-se imóvel como uma estátua no esplendor de sua beleza; estendia as mãos sobre a cabeça da minha mulher, na atitude de quem recebe um hóspede alegremente, mas com serenidade.
Duas formas vestidas de branco, detinham-se de joelhos, ao lado da cama, velando ternamente a minha mulher, enquanto que outras formas, mais ou menos distintas, flutuavam em torno. Acima da minha mulher estava suspensa, em posição horizontal, uma forma branca e nua, ligada ao corpo da moribunda por um cordão que se lhe prendia acima do olho esquerdo, como se fosse o “corpo astral”. Em certos momentos, a forma suspensa ficava completamente imóvel; depois, contraía-se e diminuía até reduzir-se a proporções minúsculas, não superiores a 18 polegadas de comprimento, mas conservando sempre a sua forma exacta de mulher; a cabeça era perfeita, perfeitos o corpo, os braços, as pernas.
Quando o corpo astral se contraía e diminuía, entrava em luta violenta, com agitação e movimento dos membros, com o fim evidente de se desprender e libertar do corpo físico. E a luta persistia até que ele parecia cansar; sobrevinha, então, um período de calma; depois o corpo astral começava a aumentar, mas para diminuir de novo e recomeçar a luta.
Os familiares e amigos falecidos, vêm, no momento do desenlace, ajudar-nos a entrar no outro mundo.
Durante as cinco últimas horas de vida da minha mulher, assisti, sem interrupção, a essa visão pasmosa…Não havia maneira de fazê-la apagar dos meus olhos; se me distraía conversando com os amigos, se fechava as pálpebras, se me achava de outro lado, quando voltava a olhar o leito mortuário, revia inteiramente a mesma visão. No correr das cinco horas experimentei estranha sensação de opressão na cabeça e nos membros; sentia as minhas pálpebras pesadas como quando se está tomado pelo sono, e as sensações experimentadas, unidas ao facto da persistência da visão, faziam-me temer pelo meu equilíbrio mental, e então dizia ao médico muitas vezes: – «Doutor, eu enlouqueço».  Enfim, chegou a hora fatal; depois de um último espasmo, a agonizante deixou de respirar e vi, ao mesmo tempo, a forma astral redobrar de esforços para libertar-se. Aparentemente, a minha mulher parecia morta, mas começava a respirar alguns minutos depois, e assim aconteceu por duas ou três vezes. Depois, tudo acabou. Com o último suspiro e o último espasmo, o cordão que a ligava ao corpo astral quebrou-se e eu vi esse corpo apagar-se. As outras formas espirituais, também, assim como a nebulosidade de que fora invadido o quarto, desapareceram subitamente; e, o que é estranho, a própria opressão que eu sentia sumiu-se como por encanto e permaneci de novo como fui sempre, calmo, ponderado, resoluto; dessa forma fiquei em condições de distribuir ordens e dirigir os tristes preparativos exigidos pelas circunstâncias…”
Afirma o Dr. Renz: “Desde que a doente se extinguiu, M. G., que durante cinco horas havia ficado à sua cabeceira, sem dali sair, levantou-se e deu ordens que as circunstâncias requeriam, com expressão tão calma, de homem de negócios, que os assistentes ficaram surpresos. Se ele tivesse sido submetido, durante cinco horas, a um acesso de alucinação, o espírito não se lhe teria tornado claro e normal de um momento para o outro. Dezessete dias já se passaram depois da visão e da morte da sua mulher; M. G. continua a mostrar-se perfeitamente são e normal de corpo e de espírito. (Assinado: Dr. C. Renz)”.»
José Lucas- Portal do Espírito.


"O QUE ACONTECE NOS BASTIDORES DE UMA REUNIÃO ESPÍRITA VISTA DO OUTRO LADO. DO LADO DOS ESPÍRITOS."