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domingo, 25 de junho de 2017

“CONHEÇA OS TRÊS ESPÍRITOS SANTOS”

Os dogmas são matérias de fé e de verdade, dizem-no sempre os teólogos. E, no passado, quem negasse uma doutrina dogmática, morria na fogueira da Inquisição. Eles, pois, se firmaram no cristianismo pela força e não pela razão. E o cristianismo, de evangélico que era, tornou-se mais dogmático, o que é lamentável, pois os dogmas são doutrinas polêmicas. E são polêmicas porque elas não têm base na Bíblia, que, muitas vezes,  foi alterada pelos seus tradutores, a fim de ficar de acordo com os dogmas.
E uma das maiores polêmicas dogmáticas é a do Espírito Santo ou Terceira Pessoa trinitária. Até Tertuliano (2º e 3º séculos), Doutor da Igreja, tornou-se herege por ter defendido o montanismo, doutrina de Montano, para quem o Espírito Santo tinha atuação perpétua.
O Deus bíblico e de Jesus, Pai Dele e de todos nós, é que o Espírito Santo ou Santo Espírito verdadeiro, ou seja, o número um, o Criador incriado e Rei Soberano do Universo. A Doutrina Espírita o chama de Causa Primeira de Todas as Coisas ou Inteligência Suprema. Para são Tomás de Aquino, Deus é o único Ser Incontingente (que não procede de outro) e todos os demais seres são contingentes (procedentes de outros).
Todos nós somos espíritos criados por Deus. Por isso somos também espíritos santos. E, na Bíblia, nos seus originais do Velho Testamento e do Novo, respetivamente, em hebraico e grego, quando se diz espírito santo, frequentemente, é “um” espírito humano. Mas os teólogos puseram “o” Espírito Santo e com as iniciais maiúsculas, para significar apenas o da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, o que é lamentável, pois é uma grave falsificação da Bíblia.
E eis um exemplo de que espírito santo na Bíblia, realmente, refere-se também ao espírito santo humano: “Enquanto era levada para ser morta, Deus suscitou o espírito santo de um rapaz muito jovem chamado Daniel.” (Daniel 13: 45, da Bíblia Católica). Para mais detalhes, recomendo, entre outros livros de vários biblistas e teólogos espíritas e não espíritas, o meu, numa linguagem jornalística clara ao estilo da desta coluna em O TEMPO: “A Face Oculta das Religiões”, Editora EBM, lançado também em inglês nos Estados Unidos pela “Outskirts Press”, Denver (Colorado), 2015.
Esta matéria não é uma blasfêmia contra o Espírito Santo, que segundo Jesus não tem perdão nesta vida nem em outra futura. É que esse pecado é contra a nossa voz interior, a voz do nosso próprio espírito santo ou alma que habita em nós. Não se trata também de negar a sua existência, pelo contrário, aceitamos até mais de um Espírito Santo. E, apenas, tentamos esclarecer o que ele é à luz da Bíblia.
De fato, pela Bíblia, ele é o próprio Deus, mas pode designar também como vimos o espírito santo (a alma) que habita em cada um de nós. Por isso, dizemos que, biblicamente, às vezes, é como se ele fosse também uma espécie de coletivo designando o conjunto de todos os espíritos humanos. E vimos também o Espírito Santo dogmático, que é a Terceira Pessoa trinitária, que é o mais falado pelos líderes religiosos e que respeitamos. Mas ele é o mais polêmico, pois qual seria ele, o Deus Pai da Bíblia que Jesus ensinou ou a Terceira Pessoa trinitária?
Essa confusão sobre o Espírito Santo dogmático prejudica seriamente o conceito do Deus cristão!

Fonte: Portal do Espírito.

“ENCONTRO COM O SE UM MENTOR ESPIRITUAL. O SEU GUIA NO ESPIRITISMO. ”

Sua jornada precisa de um mentor
“O encontro com o Mentor é o estágio da jornada em que o herói recebe os suprimentos, o conhecimento e a confiança indispensáveis para superar o medo e dar início à aventura.” (Christopher Vogler)
Seguir sozinho na vida muitas vezes é triste. Vai contra uma necessidade humana básica: relacionar-se. Você se depara com uma dificuldade e já não sabe mais por onde seguir. As opções estão se esgotando e sua vontade de superar aquela barreira já não são mais o bastante.
O ser humano (e o ser espiritual) precisam de um “empurrãozinho”. Aquela voz que te diz que você é capaz. Aquela pessoa que te mostra o caminho e te incentiva a seguir. Um guia que pega na sua mão e vai com você até a porta de entrada da aventura.
Esse é o seu mentor!
O mentor como inspiração e apoio à Jornada do Espírita
“Os mentores nas histórias agem principalmente na mente do herói, mudando sua consciência ou redirecionando sua vontade.” (Christopher Vogler)
Durante nossa jornada na Doutrina Espírita a presença de um(a) mentor(a) – seja material ou espiritual – é de grande importância para nos guiar pela aventura que é conhecer o Espiritismo.
É a pessoa que tem mais conhecimentos e experiências no assunto e sabe como nos incentivar e inspirar nos momentos mais difíceis. Pode ser a figura de um(a) dirigente do centro que você frequenta, um(a) palestrante que se torna amigo(a) ou aquela senhorinha que é sua vizinha há 25 anos e você nem sabia que era espírita!
Você percebe que trilhando essa nova jornada pode se tornar alguém muito melhor do que era no seu Mundo Comum. Assim cria coragem para dar os próximos passos na sua aventura.
Como encontrar um mentor para sua jornada?
Pode parecer uma missão difícil encontrar alguém para te ajudar. Mas você vai perceber que é muito mais fácil do que imagina! Eu trago aqui 3 dicas para encontrar seu mentor, todas já vivenciadas por mim. Escolha uma ou todas elas e siga seu caminho!
O Centro Espírita está cheio de mentores!: Encontrar alguém que possa te auxiliar dentro do centro espírita que frequenta é a maneira mais comum de ter um mentor.
Essa pessoa pode te oferecer as informações iniciais, te estimular a estudar ou pesquisar mais sobre algum tema. Ela te inspira a seguir seu caminho no Espiritismo com mais tranquilidade.
Os mentores também estão na internet: Com a popularização da internet, é cada vez mais comum assistirmos a vídeos ou lermos um artigo de pessoas que nos orientam. Mesmo que não conheça essa pessoa, as palavras dela podem servir de inspiração e motivação para você.
Mentores online também podem ser aqueles amigos ou familiares distantes. Através de mensagens ou até mesmo uma videoconferência, eles são guias que nos orientam e incentivam a seguir.
Os bons livros podem ser seus mentores: Ao ler o livro Boa Nova, de Chico Xavier pelo espírito Emmanuel, me senti ainda mais motivado a trabalhar pelo Espiritismo. Aquelas histórias serviram de estímulo para que eu aceitasse a responsabilidade de divulgar a Doutrina.
Com certeza você já leu (ou ainda lerá) um livro que te inspirou a agir. Esses livros são verdadeiros mentores em nossa jornada! Associamos as palavras aos nossos desafios. Elas parecem terem sido escritas diretamente para nós. Procure bons livros, de autores que você confia, e busque ali o incentivo inicial para seguir sua jornada com mais tranquilidade e confiança.
Como ser mentor na jornada de um espírita?
Você que é dirigente ou trabalhador de um centro espírita com certeza recebeu, recebe e receberá muitas pessoas nessa situação. Existem ações que podem ser benéficas para que a pessoa se sinta acolhida. Por isso separei 3 maneiras de auxiliar alguém que está iniciando sua jornada no Espiritismo:
Seja um canal aberto: Se você tem conhecimentos espíritas, compartilhá-los é uma ótima maneira de reforçar seu entendimento. E claro, é muito importante saber ouvir. Em geral, as pessoas buscam a Doutrina através da dor. Elas podem ser muito auxiliadas quando paramos para escutá-las. Esteja aberto às dúvidas e anseios que surjam das pessoas que querem entender melhor o Espiritismo.
Divulgar é importante: Trabalhe na divulgação do centro e dos trabalhos realizados. Quando o centro apresenta uma estrutura organizada e seus trabalhos são conhecidos, fica mais fácil enxergar ali uma solução.
Seja claro nas divulgações, colocando todas as informações pertinentes à cada atividade do centro. Tire fotos, faça vídeos e promova-os nas redes sociais.
Sua intenção será sempre positiva e terá como objetivo mostrar para mais pessoas o importante trabalho realizado pela casa espírita. Então divulgue sem medo!
O exemplo fala mais do que palavras: Você e suas atitudes também são uma divulgação do Espiritismo. Quando você age como um bom espírita, as pessoas à sua volta começam a vê-lo como um espelho. “Grande poderes trazem grandes responsabilidades”, já dizia Tio Ben a Peter Parker (Homem-Aranha).
Conhecimento também é poder e sua responsabilidade é a de exemplificar tudo que vem estudando no Espiritismo. Seja o exemplo a ser seguido!
E o mentor espiritual, como fica?
Nem todos temos o privilégio de ter um contato direto com nosso mentor espiritual. Se você, assim como eu, é uma dessas pessoas, nós ainda temos chance! Através do desenvolvimento da mediunidade de intuição, cada vez mais poderemos captar a sintonia e as sugestões dos nossos mentores.
Mas como fazer isso?
Mesmo não vendo ou ouvindo nosso(a) mentor(a), você pode estabelecer um diálogo com ele(a). Direcione o seu pensamento e converse como se ele(a) estivesse ali na sua frente (muitas vezes estará mesmo!).
Para afinar ainda mais a sintonia, pare o que está fazendo agora. Respire profundamente e solte o ar com tranquilidade. Direcione o seu pensamento para dentro de você, esquecendo todo o que estiver no ambiente externo. Perceba que alguns pensamentos podem começar a surgir de forma espontânea, com palavras que não foram concebidas por você.
Pratique, pratique e pratique. Sempre buscando a sintonia com seu mentor e pedindo auxílio para que ele te proteja das influências externas negativas. Tenho certeza de que esse papo espiritual vai ficar cada vez mais interessante!
Depois de encontrar o mentor, é hora da AÇÃO!
Você já recebeu o convite para sair da sua zona de conforto. Recusou o convite, pois não encontrou forças para seguir. Agora teve seu primeiro contato com o mentor. Daqui pra frente a nossa jornada começa verdadeiramente!

Fonte: Portal do Espírito.

sábado, 24 de junho de 2017

" COMO FUNCIONA O CARNA, A REPARAÇÃO, O ARREPENDIMENTO E O PERDÃO. DIVALDO FRANCO EXPLICA.


“A CRIANÇA REJEITADA”

A pior sensação que o filho ou a filha poderá ter é exatamente a de que é rejeitada por seus pais, por um ou por ambos.
Em verdade, não rejeita a criança apenas aquele pai ou aquela mãe que a abandona na via pública, ou a interna num orfanato, jamais indo vê-la. Rejeita-a também, aquele pai ou aquela mãe que promete amar a criança se ela for “boazinha”, se se conservar limpa numa quadra da vida em que o natural é a criança brincar livremente no solo (claro que protegida dos perigos), se fizer certinho um trabalho que está além de suas possibilidades infantis. Fica configurada a chantagem emocional, altamente perniciosa no processo da educação dos filhos.
Vale dizer que de igual modo rejeita o filho aquele pai ou aquela mãe que tudo faz quanto a criança ou o jovem peça só para se ver livre do pimpolho. É não lhe dar a mínima atenção, já se vê sem dificuldades.
Todos os excessos são danosos em nossas vidas, como se percebe facilmente. Se é danosa a rejeição da parte de um pai ou de uma mãe indiferente ou omissa, não deixa de ser ruim também a superproteção. Dentro deste raciocínio, se uma criança escorraçada, uma criança que viva debaixo de castigos corporais( mediante os quais os genitores descarregam suas tensões por outros motivos da vida estressante que levam hoje em dia), acaba vendo em todos os semelhantes inimigos em potencial, indivíduos que estariam prontos a maltratá-la, fazendo-se ao longo dos anos uma criatura amarga, pessimista, com raríssimos momentos de bom-humor, trazendo quase nulo o sentimento de solidariedade humana, uma criança superprotegida, criada cheia de dengos, de mimos excessivos, de cuidados exagerados, a quem tudo é simplesmente facilitado, vai-se acostumando a receber sem retribuir. Resultado: a infância será um paraíso no lar, porém, a idade adulta será um inferno na sociedade. O indivíduo não saberá contar com ele mesmo nos momentos de decisão. Nutrirá, não raro, o sentimento de dependência não sendo capaz de solucionar os mais comezinhos problemas da experiência terrestre.
Aliás, quando a família é numerosa, tem vários filhos, não há mesmo condição para que os filhos sejam superprotegidos. Nesta situação, as crianças têm maiores oportunidades de viverem e se desenvolverem um tanto independentes. De certa forma, esta relativa independência auxilia o seu desenvolvimento, amadurecendo-as adequadamente. Desde pequenos, os filhos enfrentam alguns problemas e aprendem a resolvê-los. Inclusive há inúmeros casos ( sobretudo na presente atualidade planetária ) em que, a mãe trabalhando fora, vê-se na contingência de ter de contar com a ajuda da filha mais velha nos trabalhos domésticos, a cuidar dos irmãozinhos menores. O mesmo se dá relativamente ao filho mais velho; às vezes tem até de abandonar a escola ainda nas primeiras séries da educação fundamental (ensino de primeiro grau )a fim de ingressar no trabalho pesado, ou, no mínimo ao lado do pai, exercendo também alguma função com vista a equilibrar( ou colaborar a equilibrar, melhor dizendo) o precário orçamento doméstico, desempenhando atividades ditas masculinas.
Quando os pais sabem ajustar as situações assim criadas, os filhos aceitam bem os papéis que lhes são atribuídos e os conflitos momentâneos podem ser superados, desde que os mesmos pais não exijam perfeição de seus filhos. Aliás, os pais devem ser modelo mas nunca deverão pôr-se num pedestal dizendo aos filhos que nunca erraram na vida, o que não é, evidentemente, uma verdade. Melhor seria dizer-lhe que já cometeram enganos, ainda os cometem e se corrigem os filhos neste ou naquele particular é porque querem fazê-los felizes.
A segurança emocional, em parte sustentada pelo relacionamento entre irmãos, facilita muito o ajustamento do indivíduo fora de casa. Mas tudo isto( seria até desnecessário lembrar) vai depender em boa medida do comportamento dos pais.
Bem, há filhos que ser revoltam contra o tratamento que os pais lhe deram. Pois bem, para estes filhos deixaremos algumas frases do Espírito Joana de Ângelis, escritas pelo médium Divaldo Pereira Franco, constantes do livro “Após a Tempestade”( Livraria Espírita Alvorada Editora):
“(...) Sem dúvida, muitos pais, despreparados para o ministério que defrontam em relação à prole, cometem erros graves, que influem consideravelmente no comportamento dos filhos, que, a seu turno, logo que podem, se rebelam contra estes, crucificando-os nas traves ásperas da ingratidão, da rebeldia e da agressividade contínua, culminando não raro em cenas de pugilato e vergonha”.
“(...) Aos filhos compete amar aos pais, mesmo quando negligentes ou irresponsáveis, porquanto é do Código Superior da Vida, o impositivo do honrar o pai e a mãe, sem excluir os que o são apenas por função biológica, assim mesmo, por cujo intermédio a Excelsa Sabedoria programa necessárias provas redentoras e pungitivas expiações liberativas”.
Termina sua exportação aquela mentora espiritual dizendo aos filhos estas orientações, com relação ao genitor que não lhes deu carinho:
“Se te falarem sobre recalques que ele traz da infância, em complexos que procedem desta ou daquela circunstância,(...) recorda, em silêncio, de que o Espírito procede do berço, trazendo gravados nas tecelagens sutis da própria estrutura gravames e conquistas, elevação e delinquência, podendo, então, melhor compreendê-lo, mais ajudá-lo, desculpá-lo com eficiência e socorrê-lo com probidade, prosseguindo ao seu lado sem mágoa(...) resgatando pelo sofrimento e amor os teus próprios erros, até o dia em que, redimido, possas reorganizar o lar feliz a que aspiras”.
Orientou assim Joana de Ângelis porque ninguém é pai ou mãe ou filho ou filha de outro alguém por um simples acaso biológico. Não. Nascemos e renascemos nas constelações familiares em que estávamos no mais das vezes envolvidos desde outras experiências corporais. Dá-se aqui o reencontro para que possamos solucionar os “desencontros” do passado. As possíveis algemas de ressentimentos devem ser transformadas em laços de amor para o nosso próprio bem. Reconhecemos ser tarefa árdua que exige renúncia abnegação e tempo. Todavia, será gratificante a sua execução porque teremos coroando o nosso esforço, às vezes não prontamente compreendido, a satisfação do dever cumprido!

Fonte- Centro Espírito Caminho da luz

“OS PLANOS ESPIRITUAIS” “OS DIVERSOS MUNDOS DO UNIVERSO”


Os espíritos, ou nós mesmos, quando estávamos  livres do invólucro material, habitávamos planos espirituais que, na realidade, são planos materiais de outra dimensão ou planos astrais.
Quando se diz que o universo é infinito, todos nós tendemos a imaginar uma linha horizontal ou vertical que jamais termina...  No entanto, a infinitude do Universo vai além disso.
 Vivemos em um mundo físico tridimensional, (comprimento, altura e largura) e sabemos pelas instruções psicográficas e psicofônicas da existência de outras dimensões no universo, que também são  infinitas.
“Planos materiais de outras dimensões”.
Os chamados planos espirituais, são  locais ou dimensões onde entidades espirituais vivem. Como, “espírito”, realmente é o princípio inteligente, na realidade o termo mais adequado seria o de “planos materiais de outras dimensões”.  Isto porque os espíritos vivem nestas dimensões e se relacionam através do  seu corpo espiritual ou corpo astral. Assim as escolas, locais de recuperação e tratamento onde os espíritos são preparados para o retorno, ou novo mergulho em nossa dimensão física, são constituídos  de matéria  oriunda do mesmo fluido cósmico universal do qual se derivam todas as outras dimensões de matéria no universo.
“Gravidade e Atração sobre a Matéria Perispiritual”.
Os espíritos agrupam-se, associam-se, conforme seu grau de evolução espiritual e afinidade. A lei de sintonia, sempre presente, determina que as vibrações semelhantes  se atraiam, ou melhor,  se sintonizem  por similitude de frequência vibratória.
Assim como num receptor de televisão ou rádio,  passamos a captar a frequência que escolhemos ao girar o botão, recebendo  a  imagem e   o  som  transmitidos  pela  emissora  que opera na frequência correspondente; os espíritos são atraídos pelas comunidades  espirituais onde o nível vibratório lhes é afim.
Apesar da relatividade das dimensões, os planos espirituais mais elevados podem se situar mais distantes dos astros  originariamente habitados  (consideramos a Terra em nosso caso).   Já  os planos espirituais constituídos por entidades mais simples e ignorantes, portanto com o perispírito mais denso ou “pesado” ficam sujeitos, inclusive, à lei de gravidade permanecendo, por isto,   mais próximos a Terra.
Da mesma forma como a  atmosfera que circunda a Terra permanece presa a ela pela força gravitacional, os espíritos mais limitados, com menos aquisições evolutivas, agrupam-se em colônias espirituais mais próximas à superfície do planeta.
A Lei Universal da Gravidade, que é uma lei de Deus, determina que a massa física do globo exerça atração sobre a matéria perispiritual que constitui o corpo dos espíritos.
Lembramos que, sem dúvida, estes conceitos aqui emitidos são relativos à questão das diferentes dimensões, porém quanto mais atrasado o espírito, mais sujeito ele se acha às leis físicas universais.
Recomendamos a leitura de “A Vida Além do Véu” de Vale Owen “Nosso Lar” , ditado pelo espírito de André Luiz  e “A Gênese” de Allan Kardec,  todos da editora FEB. Estas obras trazem informações basilares e  interessantes sobre o tema.
Dr. Ricardo Di Bernardi www.icefaovivo.com.brImagem removida pelo remetente.
É autor de livros entre eles Gestação Sublime intercâmbio.

http://www.estantevirtual.com.br/autor/ricardo-di-bernardi