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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

“A OBSESSÃO DE MATEUS”


A obsessão, isto é, a ação prejudicial que um ou mais espíritos exercem sobre nós, poderá causar inúmeros danos à nossa saúde, gerando doenças ou acentuando aquelas já existentes.
Casos frequentes de convulsões temos acompanhado na Casa Espírita, por coincidência ou não, recentemente com duas crianças.
Ambas, desde meses de idade, apresentavam crises epiléticas e desde então faziam tratamento com neurologistas sem resultado.
Quando isso acontece, é comum as pessoas procurarem ajuda espiritual na Casa Espírita como “último recurso”.
Foi o caso de Mateus (nome fictício), de 8 anos de idade, que desde bebê apresentava convulsões diárias. O medicamento pouco ou nada atenuava os sintomas da doença, perfeitamente já identificada pelo médico através da tomografia computadorizada – havia nascido com um foco irritativo no tecido cerebral.
É preciso deixar claro que todas as doenças que nos acometem têm que ter parecer médico, pois é ele a pessoa habilitada para diagnosticar e medicar o paciente. Os atendentes e trabalhadores da nossa Casa Espírita têm conhecimento disso e antes de qualquer orientação espiritual buscam se informar se a pessoa tem algum distúrbio físico, se já procurou os recursos da medicina e se toma regularmente medicamentos para tratamento.
No entanto, muitas vezes, embora medicadas, e após uma verdadeira romaria em clínicas e hospitais, muitas pessoas não logram sucesso na cura nem diminuição dos sintomas da doença.
Após atendimento na Casa Espírita, caso seja identificada a ação perniciosa de espíritos, também se inicia o tratamento espiritual.
“Quando o Espírito obsessor opera o que poderíamos definir como uma agressão espiritual, submetendo o obsidiado a pesada carga magnética, será justamente a parte mais vulnerável de sua constituição física ou psíquica a acusar o impacto” (1).
A obsessão poderá “disparar crises hepáticas, distúrbios circulatórios, desarranjos intestinais, depressão, ansiedade e muitos outros problemas, a partir de nossas deficiências físicas e psíquicas (1).
Dessa forma, quem é alérgico, por exemplo, poderá sentir sua alergia ser acentuada se estiver sob obsessão. O mesmo ocorrerá com qualquer tipo de doença ou estado emocional e sentimental. A pessoa que se irrita facilmente, se influenciada negativamente, poderá ver-se numa situação de descontrole. Ao final da “crise”, analisando-se, poderá concluir: – puxa vida, acho que nunca me irritei tanto na minha vida!
No caso do menino que sofria de convulsões diárias, a vulnerabilidade era física, isto é, estava radicada no cérebro, e como o espírito perturbador tinha conhecimento desta deficiência do garoto, agia magneticamente para disparar as crises.
A agressão espiritual, portanto, era um agravante do seu quadro.
Iniciado o tratamento espiritual, nossa expectativa era de que, afastado o obsessor, o garoto continuaria com as convulsões, decorrentes do mal físico, mas sem o agravante da agressão espiritual elas seriam menos graves e mais facilmente controláveis.
Sem a ação espiritual perturbadora, os medicamentos se encarregariam de manter o controle do mal físico. A doença continuaria existindo, no entanto, passaria a ser controlada pelos medicamentos após o afastamento do espírito perturbador, já que eram suas vibrações deletérias que disparavam mais frequentemente as crises.
O caso de Mateus nos surpreendeu muito. Com os passes, água fluidificada, Evangelho no Lar e trabalho de desobsessão, o menino melhorou muito. No início, as crises diminuíram para duas ou três vezes por semana, depois para uma, até se interromperem por completo.
Hoje Mateus se encontra bem. Trata-se de um garoto carinhoso, gentil e educado. Diz sua mãe que ele mesmo arruma a mesa para a realização do Evangelho no Lar: posta a toalha, os copos, a garrafa de água para fluidificar. Além disso, Mateus faz uma exigência: não permite atraso na reunião, em hipótese alguma.
Na casa espírita participa ativamente da Evangelização Infantil enquanto seus pais assistem à palestra no salão.
Esse garoto vai longe.
KARDEC RIO PRETO | Fernando Rossit.
Fonte: Chico de Minas Xavier
Bibliografia de apoio:

(1)“Quem tem Medo da Obsessão?” de Richard Simonetti.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

“A EMOCIONANTE HISTÓRIA DE FRANCISCA, UMA HISTÓRIA CONTADA A BEIRA AS DESENCARNAÇÃO...”


Francisca, humilde moradora dos Alagados na cidade de Salvador, BA e frequentadora da Mansão do Caminho.
Certa ocasião Divaldo fora chamado com urgência para atender Francisca que estava à beira da desencarnação. Lá chegando sentou-se ao lado de Francisca que reunindo suas últimas forças contou-lhe detalhes de sua vida pessoal.
Narrou que era mãe solteira pois que fora abandonada pelo venal companheiro ao tomar conhecimento da gravidez e expulsa do lar pelos pais. Essas injunções não tiveram o poder de diminuir o seu amor pelo filho, e para assisti-lo extenuava-se no trabalho de lavadeira e de vendedora de acarajé o que lhe permitiu custear todos os estudos e necessidades do filho que graças a toda a dedicação materna logrou ser aprovado no vestibular da Faculdade de Medicina, exigindo de Francisca a ampliação de seus esforços.
Sua dedicação era tanta que logrou obter – junto a um médico e habitual freguês de seu acarajé – emprego para seu filho sem identificar, contudo, que era sua mãe.
Chegara, finalmente, a data de formatura e Francisca preparara-se com esmero para aquela ocasião à qual tanto lutara e se sacrificara. Sentia que atingira o objetivo maior de sua vida. Antecipava no coração a alegria que proporcionaria ao filho ao lhe dar – na cerimônia de colação de grau – o anel de formatura.
Horas antes de seguir para o local da cerimônia seu filho a procurara no barraco e pediu à mãe que não comparecesse ao evento. Aproveitaria a ocasião para marcar o casamento com a noiva – filha única do diretor e proprietário da Clínica onde ele trabalhava – que desconhecia a existência de Francisca, informação propositalmente omitida pelo filho à futura esposa.
Francisca dissimulou o impacto emocional da ingratidão do filho e, entregando-lhe o estojo luxuoso com o anel de formatura, beijou-lhe a face dele se despedindo.
“Deveis sempre ajudar os fracos, embora saibais de antemão que os a quem fizerdes o bem não vo-lo agradecerão. Ficai certos de que, se aquele a quem prestais um serviço o esquece, Deus o levará mais em conta do que se com a sua gratidão o beneficiado vo-lo houvesse pago. Se Deus permite por vezes sejais pagos com a ingratidão, é para experimentar a vossa perseverança em praticar o bem”.
Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita.
Francisca - respirando com extrema dificuldade pela iminência da desencarnação - reuniu suas derradeiras forças e segurando as mãos de Divaldo fez-lhe o derradeiro pedido. Caso o filho viesse procurá-lo, Divaldo devia dizer-lhe que ela não tinha pelo filho nenhuma mágoa ou ressentimento pelo simples fato de o amar incondicionalmente. Feito o pedido, desencarnou.
Semanas mais tarde - como previra Francisca – o filho buscara informações sobre a mãe e foi aconselhado a buscar Divaldo Franco que acompanhara as derradeiras palavras da mãe. 
Com o coração em frangalhos destroçado pela culpa, o filho recebeu a notícia que veio arrefecer-lhe a angústia: A mãezinha não lhe guardava mágoa e naquele momento – nimbada de mirífica luz - apresentava-se à visão psíquica de Divaldo acariciando o seu menino a quem amava tanto.
Em pranto copioso e sentido de catarse, o filho de Francisca pediu uma oportunidade para assistir aos irmãos desvalidos trabalhando na Mansão do Caminho como médico voluntário. Tornou-se – afirma Divaldo concluindo a narrativa de Francisca, a vendedora de acarajés que a todos emocionaram – modelo de dedicação e amor ao próximo atendendo a pobreza e os desvalidos do bairro onde a mãezinha vivera.
“Ah! Meus amigos, se conhecêsseis todos os laços que prendem a vossa vida atual às vossas existências anteriores; se pudésseis apanhar num golpe de vista a imensidade das relações que ligam uns aos outros os seres, para o efeito de um progresso mútuo, admiraríeis muito mais a sabedoria e a bondade do Criador, que vos concede reviver para chegardes a Ele”. O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. XIII Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita, Item 19 Benefícios pagos com a ingratidão.
Divaldo Pereira Franco
Fonte: Mensagem Espírita



domingo, 18 de fevereiro de 2018

“COMO ACORDAREMOS NO PLANO ESPIRITUAL. ”


No ato da Morte ou Desencarne, alguns Espíritos entram em processo de Sono, por um determinado tempo, e quando acordam no Plano Espiritual, vivem várias situações, boas ou sofrimentos, de acordo com o Merecimento e a Compreensão sobre si mesmo e o modo de vida que viveu no Plano Físico, o materialismo leva ao plano vibratório das sombras, e o desenvolvimento espiritual leva a liberdade, é preciso viver os dois com critério e equilíbrio, para conquistar sua própria luz celestial.
Alguns Espíritos acordam no Plano Espiritual e vão, em busca do lugar a onde viveram, e com as pessoas que conviveram e não tem a noção que desencarnou.
Espíritos nobres e espiritualizados acordam nos planos superiores usufruindo, da sua consciência equilibrada e de sua luz, dando continuidade aos seus objetivos evolutivos.
Espíritos dedicados à virtude e à beleza, acordam no plano espiritual e assumem suas atividades espirituais, dando continuidade aos seus trabalhos antes de reencarnarem, voltam com mais experiência do plano físico, e com o dever cumprido.
Espíritos preguiçosos acordam no plano espiritual, e se encontram na mesma escuridão em que viviam no mundo físico, embora desfrutassem da luz do sol, mais não cultuaram a luz do espírito.
Espíritos viciados e malfeitores acordam no plano espiritual, e se ligam as suas quadrilhas de malfeitores no umbral, e passam a prejudicar os seres humanos, com os germes negativos do seu perispírito, e sua mente doentia.
Oradores acordam no plano espiritual, e começam a repetir os seus conceitos de vida, sem obras positivas para o seu próximo, num circulo vicioso por dezenas de anos, até despertarem em si mesmo o tempo perdido.
Homicidas acordam no plano espiritual, nos abismos do umbral, curtindo o seu ato insano por tempo indeterminado, até se conscientizar do crime que fizeram contra si mesmo.
Não te esqueças, que terás também a boca fechada e as mãos geladas no dia do seu sepulcro, busque desde agora, a luz do bem constante, na rota de teus dias, para que a sombra do umbral não lhe envolva.
Grupo Socorrista Obreiros do Senhor Jerônimo Mendonça Ribeiro


sábado, 17 de fevereiro de 2018

“ATRAVESSANDO O VALE DO SOFRIMENTO”


Quando você estiver passando por um grave sofrimento, não hesite em chorar…
Chore, chore o quanto for necessário, e coloque tudo de ruim para fora. Não tenha vergonha. Chorar não te faz fraco, ao contrário: permitir que o sentimento flua te faz mais forte. Aqueles que prendem o choro não conseguem lidar com suas emoções, e essas os controlam. Portanto, chore, sem receio…
Libere toda a emoção retida. Solte tudo que esteja preso dentro de você. Visualize uma fumacinha negra saindo do seu peito. Desprenda-se.
Depois de chorar e de liberar todo o sentimento reprimido e engasgado, ore….
Faça uma oração, depois faça outra, e outra… Ore até sentir que sua energia vai se elevando, se elevando… até você se sentir envolvido de energias boas, energias calorosas, que te acolhem… até você sentir paz… até você sentir que suas emoções negativas vão sendo purificadas. Ore um Pai Nosso, uma Ave Maria, e faça uma oração sincera, de coração, colocando todo o seu ser naquela prece.
Não ore pedindo apenas… Ore simplesmente para se sentir mais próximo do Senhor, para se harmonizar com Deus. Sinta o calor divino esquentando seu peito. Entregue-se à oração e a Deus com toda a confiança. Não importa como seja Deus para você, coloque-se nas mãos de Deus e tenha fé.
Depois disso, perdoe as ofensas; perdoe as calúnias, perdoe o mal que qualquer pessoa tenha te feito. O perdão é purificador e libertador. Perdoe, pois você também não é perfeito, e pode errar. Perdoe e entenda que cada pessoa tem um nível de desenvolvimento. Faça como Jesus e diga “Pai, perdoe-os, pois eles não sabem o que fazem”. Perdoe 7 vezes 70 vezes. Emane vibrações de amor, paz e bem àqueles que por ventura te fizeram mal. Você se sentirá muito, muito melhor…
Depois disso, não peça a Deus que diminua o peso de sua cruz, peça mais força para conseguir conduzir sua cruz para onde ela tiver que ir. Deus jamais te daria uma cruz mais pesada do que você pode carregar. Por isso confie em Deus. Se nem os homens fazem cadeados sem chaves, Deus, que é a inteligência infinita de todo o universo, jamais te colocaria dentro de um problema que não tivesse solução.
Nesse ponto, entregue seu problema a Deus. Faça isso da seguinte forma: Visualize seu problema, dê uma forma a ele, qualquer uma. Depois que seu problema tiver sido formatado, jogue para bem alto e veja ele se integrar ao infinito, ao plano divino. Pense mais ou menos assim: “Deus, nesse momento, eu entrego esse meu problema a Ti. Rogo que me dê sabedoria e me conceda os sinais necessários para que eu atravesse com resignação e fé esta dura provação.”
Abra sua mente. O sofrimento deve nos ajudar a abrir os olhos para novas possibilidades. Sempre que perdemos uma coisa, ganhamos outra. Todo fim é sempre um novo começo. Quando descemos ao fundo do poço, não há mais para onde cair, esse então é o momento em que tudo começa a melhorar. Portanto, amplie sua visão e veja aquilo que, até agora, você não conseguiu ver. A solução do seu problema pode ser mais simples do que você imagina. E lembre-se que aquilo que não tem remédio, remediado está.

Não perca a fé e siga em frente. A única coisa que você não pode fazer ao enfrentar o vale de lágrimas da existência mundana é deixar de caminhar. Continue sua peregrinação neste mundo de espinhos e trevas… Olhe para frente e siga. Quem pára, perece. Quem continua caminhando, mesmo sujo com a mais densa lama, e mantém sua fé, faz brotar uma chama sagrada em seu interior e se liberta do sofrimento.
Jamais se esqueça: não há mal que sempre dure…. Um dia, mesmo que demore, tudo isso irá se encerrar, e o que sobra é apenas uma pequena lembrança. Quando você despertar desse profundo sonho de muitas ilusões será recebido nos planos superiores, de braços abertos, comemorando o grande sucesso do cumprimento de sua missão na Terra…
Autor: Hugo Lapa


sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

“REENCARNAÇÃO: MEMÓRIAS DE OUTRAS VIDAS.”

Palingenesia, pluralidade das existências da alma, vidas sucessivas… Essas palavras têm o mesmo significado de reencarnação. Acredito que você já ouviu ou pelo menos leu algo a respeito do assunto, pois esse conceito está cada vez mais popular em nossos dias.
A reencarnação é o retorno do Espírito a um novo corpo físico. Além de quesito fundamental do Espiritismo, é um princípio da lei natural, ensejando ao indivíduo o constante desenvolvimento de suas potencialidades pelas provas a que é submetido na jornada terrena, nas diversas e sucessivas existências físicas que tem a viver.
Reencarnação é oportunidade de recomeço, com a vantagem de que o aluno terá novas chances de aprendizado, sem necessariamente ter de reiniciar todas as tarefas. O aprendiz pode dar continuidade de onde parou na “lição” anterior… Mas, precisará refazer aquelas em que foi reprovado.
Seria realmente difícil aprendermos de um só vez tudo o que a vida nos oferece, se tivéssemos apenas uma existência material. São tantas informações, conteúdos, conhecimentos, disciplinas, experiências, relações, que não daríamos conta de fazer todo o dever de casa. Por isso, em sua Sabedoria, Deus nos oferta a dádiva de usufruirmos de mais de uma existência corporal. De várias, de muitas, a depender da necessidade de evolução espiritual de cada um.
Como, via de regra, todos nós temos contas a pagar – aquelas dívidas contraídas em outros tempos –, o objetivo da pluralidade das existências é inicialmente fazer com que acertemos essas pendências com a Lei Divina e com os débitos contraídos perante os semelhantes. Em outras palavras: é preciso expiar. Isso mesmo: pagar as contas, corrigir os erros, acertar as coisas. Não raro, à custa de dores e de aflições…
Todavia, a razão principal do retorno do Espírito às experiências terrenas é o “melhoramento progressivo da humanidade”. Assim falam as inteligências desencarnadas (vivas no mundo espiritual) em O livro dos Espíritos, organizado por Allan Kardec.
Leia O livro dos Espíritos! Há um capítulo inteiro sobre o assunto. Quem sabe você não encontrará nesse livro algumas respostas a suas indagações?!
Ou seja, estamos na Terra para evoluir. No presente, pagamos dívidas passadas e conquistamos créditos futuros. Isso tudo para que sejamos felizes. Deus não deseja o sofrimento de ninguém. Nascemos e renascemos para a conquista da plenitude, da solidariedade universal, da prática do bem sem ostentação, da vivência da caridade no cotidiano de nossas vidas.
A existência carnal é uma chance de aprimoramento das virtudes latentes na intimidade de cada um de nós. Daí a necessidade do testemunho pessoal e intransferível, quando somos convocados aos desafios de educação, nem sempre fáceis de serem vencidos. Esse processo exige auto superação, libertação de mazelas e conquista de equilíbrio para uma vida integral e saudável. Assim, todas as dimensões existenciais e Inter existenciais serão contempladas nas ações e comportamentos do Espírito imortal, qualidade essencial atribuída pelo Criador Supremo a todos os homens e mulheres, estejam neste ou noutro plano da Vida.
Se você não acredita em reencarnação, responda-me essas perguntas:
Por que uns nascem ricos e outros pobres?
Por que uns sofrem e outros são felizes?
Por que crianças morrem em tenra idade?…
Em vez de uma determinação irrevogável da Vontade Divina, preferível admitir, por ser mais racional e lógico ao nosso entendimento, que o ser humano é o grande artífice de seu próprio destino. Pelo uso do livre-arbítrio na presente encarnação ou em vidas pretéritas, o homem pode acertar como errar, fazer coisas boas como ruins. E será sempre o maior responsável pelos seus atos e pelas consequências deles decorrentes.
Independentemente de acreditar ou não na reencarnação, vale a pena considerar que Deus concede a todos nós o ensejo de atuarmos como protagonistas no palco da vida com o objetivo de conquistarmos a felicidade pelo próprio esforço. Uma vez que estamos aqui, esse é o momento de fazermos o melhor ao nosso alcance, valorizando e aproveitando as oportunidades disponibilizadas pela atual encarnação.
FEB | Geraldo Campetti Sobrinho

Fonte: Chico de Minas Xavier